“Dize-me com quem andas e dir-te-ei quem és”

Foto: Arquivo Google – Veja Abril

O argentino Bergoglio ao receber um criminoso condenado duas vezes, com vários processos em andamento e que usou o pobre para roubar o pobre e deixar de ser pobre, nada acrescentou ao estuprador de cabras confesso. Diminuiu-se ao ignorar o ditado: dize-me com quem andas e dir-te-ei quem és. E permitir ser usado politicamente por uma corrente política com incontáveis ex-dirigentes, dirigentes e membros presos ou condenados.

Além de suposto líder espiritual, o jesuíta Francisco é um chefe de Estado. O Vaticano tornou-se o menor estado soberano do mundo, neutro e inviolável, graças ao Tratado de Latrão, assinado em 11 de fevereiro de 1929 pelo Cardeal Pietro Gasparri e o primeiro-ministro italiano, o fascista Benito Mussolini, que reconhece a soberania da Santa Sé sobre o Vaticano. Com isso Mussolini livrou-se das disputas entre o Estado e a Igreja.

Anteriormente essa proposta havia sido negada pelo papa Pio IX, santificado em 2000 por João Paulo II. Pio IX foi o primeiro papa a ser fotografado e iniciou uma campanha contra o que chamou de falso liberalismo. Na encíclica Quanta Cura de 8 de dezembro de 1864, condenou dezesseis proposições que contrariavam a visão católica na época.

Esta encíclica foi acompanhada pelo famoso Syllabus errorum, que condenava as ideologias como panteísmo, naturalismo, racionalismo, indiferentismo, socialismo, comunismo, franco-maçonaria, entre outras, e várias formas de liberalismo religioso tidos por incompatíveis com a religião católica e em muitas ocasiões insistiu em que se deveria seguir a filosofia e a teologia de São Tomás de Aquino.

Durante toda sua vida foi muito devoto da Virgem Maria. Em 1849, quando se encontrava no exílio, em Gaeta, consultou o ponto de vista dos bispos da Igreja a respeito da Imaculada Conceição enviando-lhes cartas, e em 8 de dezembro de 1854, na presença de mais de duzentos bispos proclamou o dogma da Imaculada Conceição da Virgem Maria como sendo um dogma de fé da Igreja através da encíclica Ineffabilis Deus.

Em 29 de junho de 1869 publicou a Bula Aeterni Patris com a qual convocou o Concílio Vaticano I, cuja cerimônia de abertura contou com a presença de setecentos bispos no dia 8 de dezembro de 1869. Na quarta sessão solene do concílio, em 18 de julho de 1870, a infalibilidade papal foi declarada um dogma de fé. [fonte: Wikipedia]

O “Vaticano é uma colina situada na região noroeste de Roma e não possui ligação com as sete colinas de Roma. Era o local dos oráculos muito antes da Roma pré-cristã. Vaticanus, também conhecido como Vagitanus, era um deus etrusco, que “abria a boca do recém-nascido para que ele pudesse dar o primeiro grito, o primeiro choro”, e seu templo foi construído no antigo local de Vaticanum. Lá se ergueu também o Circo de Nero, que começou a ser construído por Calígula. Acredita-se que tenha sido também o local em que São Pedro foi martirizado e sepultado”. [Fonte: Wikipedia]

Nem todos os papas foram santos. Lucrécia Borgia era filha de um papa, Alexandre VI e Vannozza dei Cattanei.

E durante o Cisma do Ocidente, que ocorreu entre 1377 e 1417, três papas, que reivindicavam o poder sobre o mundo cristão ocidental.

Segundo o site Mundo da Educação, ”A origem do Cisma do Ocidente esteve ligada à disputa de poder existente entre o papa Bonifácio VIII e o rei da França Felipe IV, o Belo”. O rei da França determinou a cobrança de impostos da Igreja para aumentar a renda de seu orçamento. O papa Bonifácio VIII se opunha à cobrança e ameaçou Felipe IV de excomunhão. Temeroso das consequências dessa ação, Felipe IV convocou pela primeira vez, em 1302, a Assembleia dos Estados Gerais, reunindo o clero, a nobreza e os comerciantes das cidades. Esses decidiram pela cobrança dos impostos clericais, acirrando o conflito entre a coroa francesa e o papado.

Com a morte de Bonifácio VIII, em 1303, Felipe IV pressionou pela eleição de um papa francês, fazendo substituto de Bonifácio VIII o papa Clemente V. Para manter um controle mais rígido sobre o papado, Felipe IV transferiu Clemente V de Roma para Avignon, no sul da França. Tinha início o período conhecido como o Cativeiro de Avignon, que durou de 1307 a 1377, onde vários papas se submeteram ao poder dos reis capetíngios.

Após a morte de Gregório XI, em 1377, um novo papa foi escolhido em um conclave de 16 cardeais. O cardeal de Bari, na Itália, passou a ser o papa Urbano VI e que pressionaria para que a sede do papado novamente se instalasse em Roma. Outro grupo de cardeais não aceitou essa eleição e, em 09 de agosto de 1378, assinou um documento tornando nula a eleição de Urbano VI. Pouco mais de um mês depois, elegeram outro papa, o cardeal de Genebra, que passou a se chamar Clemente VII, cuja sede de seu papado se mantinha em Avignon.

O Cisma do Ocidente levou a uma sucessão de papas nas duas cidades até o seu fim em 1417. Mas o motivo de ter durado tanto tempo se deveu também à disputa de poder entre os vários reinos europeus no período. Apoiavam o papa de Roma o imperador do Sacro Império, o rei da Inglaterra e o conde de Flandres. O rei da França, de Nápoles e depois Castela, Aragão, Lorena e Escócia apoiavam o papa instalado em Avignon.

Um concílio se reuniu na cidade de Piza, na Itália, em 1409-1410, para encontrar uma solução para a divisão. No entanto, surgiu um terceiro papa, já que o escolhido em Pisa não foi aceito pelos demais grupos.

A situação somente iria mudar a partir de 1415 quando um novo concílio foi realizado em Constança.

Os cardeais decidiram naquele momento que o papa de Piza, João XIII, fosse deposto. O papa de Roma, Gregório XII, renunciou ao cargo. E o papa de Avingnon, Bento XIII, foi excomungado. Um novo papa foi eleito para garantir a unidade da Igreja na Europa. Martinho V foi reconhecido como único papa em 1417 que se instalou em Roma, acabando com o Cisma do Ocidente.”

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