3 de julho de 2022
Colunistas Lucia Sweet

O que penso desta guerra

Sem entrar no mérito, um guerra é sempre um acontecimento trágico.

Imagem: Google Imagens – NSC Total (meramente ilustrativa)

Demonstra que somos bárbaros e pouco evoluídos espiritualmente.

Estamos explorando o espaço galático, além do nosso sistema solar, mas não conseguimos amar o próximo.

Pensamos que evoluímos, mas vemos pessoas veganas, que não comem carne para evitar o abate sangrento de animais, comemorarem o assassinato de bebês indefesos no ventre das mães.

Chamamos Trump de genocida, mas ele promoveu a paz em seus quatro anos de mandato.

No entanto, consideramos Obama um herói por ter declarado guerra à Líbia, Iraque, Afeganistão e Irã e assassinado seus líderes. Com o apoio total e absoluto da imprensa mainstream.

Agora vemos Putin invadir a Ucrânia, governada por um comediante desarmamentista, fanfarrão, que decidiu rasgar o tratado que obriga seu país a permanecer neutro e resolveu entrar para a Otan, seduzido pelas promessas de Biden, um incapaz, em uma flagrante afronta e ameaça à Rússia.

De quem mesmo é a culpa da guerra?

Putin é a pedra no sapato dos globalistas, porque Putin é cristão, patriota, a favor da família.

Mas na Rússia existe censura, a mesma que o STF está impondo a passos largos no Brasil.

Globalistas e comunistas, duas facetas de autoritarismo que passam ao largo da democracia. Globalistas são os democratas comunistas, enquanto Putin é o comunista conservador. E ninguém ousa falar da China, a ameaça silenciosa. Incongruência, incoerência, insensatez.

Pensando bem, acho que o Presidente Bolsonaro é o “último dos moicanos” o último dos democratas do mundo. O único que segue as quatro linhas da Constituição, que há muito foi rasgada e jogada no lixo por essa tendência mundial de substituir juristas brilhantes por ativistas políticos medíocres, a mando de um poder central e com interesses imperialistas nas nossas riquezas.

De que lado ficarmos? Globalistas ou comunistas?

Não sei.

É o mesmo que me perguntarem se prefiro morrer de tiro ou de facada.

Minha resposta é que nenhuma das duas opções é desejável.

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Jornalista, fotógrafa e tradutora.

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