Quando a insensatez do vale-tudo acirra a violência no Ceará

Da retroescavadeira, o piloto Cid Gomes, senador licenciado, ameaçou no megafone: “Vocês têm cinco minutos pra pegarem os seus parentes, as suas esposas e seus filhos e sair daqui em paz. Cinco minutos. Nem um a mais”.

Tempo esgotado, o bólido avançou sem dó nem piedade para cima dos policias amotinados do 3ª Batalhão da PM, em Sobral, no Ceará. Reivindicavam um aumento salarial. No desespero do iminente perigo tiros foram disparados. Um atingiu o grotesco piloto.
Tudo foi televisionado e testemunhado. Telespectadores e populares viram o truculento parlamentar “atentar contra vida de vários profissionais”. Felizmente, não houve mortes.

Só a motivação homicida do Senador da República seria o suficiente para “a prisão em flagrante delito”, sendo inaplicável a proteção do foro privilegiado. (Felipe Fiamenghi, Jornal da Cidade, de12.02.2020)

Tal como o Coronavirus, o episódio do parlamentar cangaceiro contaminou a esquerda e a extrema imprensa, que saíram às cegas em defesa de quem invadiu uma área militar com risco iminente de atropelar “dedicados profissionais” em greve.

A insensatez atingiu o auge quando quiseram responsabilizar o Presidente Bolsonaro como o insuflador da escalada do tumulto no Sobral.

A retrospectiva dos violentos episódios no Ceará comprova que a Secretaria de Segurança Pública do Estado, sob a infeliz tutela de um governador petista, deixou que os conflitos com as corporações militares, formadas por vocações patrióticas e não por credos ideológicos, se descontrolassem perigosamente fora dos ditames constitucionais.

Ao invés de valorizarem os que salvam vidas e preservam a ordem pública, os Governadores de outros Estados, temendo o efeito dominó da violência em seus domínios, solidarizaram-se com o Governador do Ceará, quando o momento é de serenar os ânimos e buscar soluções dentro da legalidade para a volta da abençoada normalidade.

Nada mais irresponsável do que a intimidação de Ciro Gomes, irmão do senador, de que receberia a “turma do ministro Sergio Moro à bala”. Não fosse Moro ter enviado de imediato a Força Nacional para em 30 dias normalizar a situação de tesão, o Ceará viveria o apocalipse.

O pacífico povo cearense não merece a cruel violência nas ruas, nem o abuso de autoridade de um senador licenciado, quiçá por distúrbio mental…

O Ceará merece em sua grandeza de brasilidade paz e prosperidade…

AS REDES SOCIAIS CONFIAM NA UNIÃO DAS FORÇAS DEMOCRÁTICAS PARA TRAZER PAZ E SEGURANÇA PARA A POPULAÇÃO DO CEARÁ.

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