Os últimos suspiros da mídia antidemocrática

Em 7 de novembro de 2019, a maioria do Supremo proibiu a prisão de condenados em 2ª instância. O ex-Presidente Lula, 2 vezes condenado em 2ª instância, foi solto, junto com centenas de perigosos criminosos.

O voto do Ministro Celso de Mello foi decisivo para o quórum de 6 a 5.

No atual “totalitarismo judicial” do STF, pródigo em interpretações personalistas da Constituição, o líder do PT na Câmara entrou com uma “notícia-crime” para a prisão de “militares promotores de manifestações antidemocráticas”, em Brasília.

Em patriótica NOTA DE REPÚDIO, o Gal. Eduardo José Barbosa, presidente do Clube Militar, a tradicional Casa da República, fundada em 1887, reagiu à processualística de “ódio pelo governo federal e pelos militares”:

“ – Manifestações, cada vez com maior frequência, contestando a atuação dos qualquer um dos poderes da República… não se pode dizer que esses movimentos são antidemocráticos”.

O Ministro decano Celso de Mello, sorteado para julgar, um dia após os rufos dos tambores da NOTA, não aceitou, ou melhor, “não conheceu o pedido” petista, porquanto “os protestos promovidos contra o Supremo não são antidemocráticos”.

É bom saber.

Por outro lado, é difícil não repudiar, em pleno isolamento social e no auge dessa tragédia humanitária, a sórdida campanha antidemocrática das concessionárias de televisão, que dependem de autorização federal para funcionar e prosperar.

A Rede Globo, à míngua de anunciantes oficiais e com uma diminuta audiência, apega-se em priorizar a ofensiva inconstitucional contra o Presidente Bolsonaro.

Tornou-se a maior divulgadora de óbitos do país com seus funestos balanços de mortos e de contaminados da Covid-19. Explora reportagens das irreparáveis perdas de entes queridos com imagens aterrorizantes de hospitais em colapso e de covas abertas.

Os 35 mil “recuperados” do surto epidêmico são sepultados nas trevas da emissora.

Sabe-se que os entrevistados passam pelo crivo da casa. Os aprovados se dispõem a usar a pandemia como arma de guerra contra o Presidente da República e o governo federal.

Na semana passada, a CNN Brasil superou a TV Globo na tramoia do ódio.

Convidou a Secretária de Cultura do governo Bolsonaro, Regina Duarte, para uma entrevista. A sabatina virou um “tribunal de inquisição” para humilhar a entrevistada. As redes sociais reagiram em solidariedade à “namoradinha do Brasil”.

Temos pela frente semanas decisivas na guerra de vida e morte nas sombras da dor e do sofrimento nas UTIs lotadas no entretenimento da letalidade da pandemia.

A guerrilha midiática anda solta à cata do sensacionalismo nas instâncias judiciais (o negativo resultado do coronavírus, o disse-me-disse da ex-gestão Moro, a invasão cotidiana da vida privada e pública presidencial, os surreais enredos de impeachment…), numa perseguição para desestabilizar as instituições e promover a volta da velha República, o reino encantado da corrupção, em que se locupletavam de verbas oficiais publicitárias.

Até quando a população aturará os abusos midiáticos que devastam o futuro do Brasil e ignoram a decisão do Ministro Celso de Mello e a NOTA DE REPÚDIO, interpretadas pela coronamídia como um salvo-conduto para violar o Parágrafo IV do art. 221 da Constituição, que condena o desrespeito aos “valores éticos”.

O momento é da UNIÃO DE TODOS na cruzada da Paz com Deus para vencer a Besta do Covid-19.

AS REDES SOCIAIS REPUDIAM A SÓRDIDA MÍDIA QUE DEIXOU DE   PRIORIZAR O COMBATE AO CONVID-19 PARA POLITIZAR A PANDEMIA.

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