Não há espaço para o silêncio no Brasil

Um dos mais comentados e principais personagens da Trilogia do Apocalipse é a premiada jornalista investigativa, a sedutora Julia Fontenay.

É uma guerreira em busca da verdade dos fatos, sem o estigma das ideologias.

Suas matérias traduzem com fidelidade canina o que realmente acontece.

Defende os valores da democracia, os direitos da mulher e, em especial, combate à violência doméstica.

Será que nos dias pandêmicos de hoje ainda existe a verdade no jornalismo?

Infelizmente, Não! É uma vergonha a mídia brasileira, que formou um “consórcio de veículos de imprensa”.

O GLOBO, que já foi o mais respeitado jornal do Brasil, perdeu os seus leitores por se filiar a um jornalismo manipulador das notícias, à beira da difamação na sua obsessiva perseguição ao Presidente da República, eleito democraticamente.

Os seus cadernos de notícias com o seu jornalismo investigativo de Fake News transformaram o jornal num Partido Político de oposição, sem vocação patriótica.

Todos os dias, uma fracassada jornalista de economia na sua coluna, à míngua de leitores, ataca o Presidente sua família e os membros do Governo.

A única coisa aproveitável de um editorial foi o título “Não há espaço para o silêncio”.

Neste fim de mês os partidos de esquerda e a mídia coadjuvante rangeram os dentes e silenciaram sobre o maior evento político da América Latina, quiçá do mundo: o tsunami, do “Basta”, que devastou Cuba.

Só o jornalismo de verdade e as redes sociais democratas noticiaram o fantástico S.O.S do sofrido povo cubano contra a sanguinária revolução dos irmãos Castro, que só trouxeram escravidão e miséria na ilha caribenha.

Após 62 anos, o oprimido povo foi corajosamente às ruas contra a ditadura castrista.

O silêncio jornalístico e os “meios tons” da mídia nacional, comprometida com a volta do lulismo e da roubalheira institucionalizada, mostraram o quanto são contrários à democracia, que emana do povo e consagra o sufrágio universal.

Essa linha editorial da mídia antidemocrática está na contramão do sentimento humanitário, ao se solidarizar com a perpetuação da genocida ditadura cubana (e também a venezuelana) com suas prisões superlotadas de dissidentes, que se não morreram às centenas no “paredón”, são hoje torturados até perderem a vida nos cárceres cheios.

O silêncio escandaloso da mídia faz jus à saudosa parceria com o ex-presidiário-ex-presidente Lula, que, de mãos dadas com os criminosos ditadores irmãos e com os corruptos empresários brasileiros, construíram o porto de Mariel, usando nossas verbas públicas.

É a mesma mídia da vergonha que se calou diante da “rachadinha” da fraude dos “Mais Médicos” da ex-PresidentA Dilma, que pagava 30% do salário aos ditos médicos cubanos e 70% seguia direto para os cofres da tirania, “donos das pessoas”.

A exceção foi a Folha de São Paulo, que apesar de acobertar o viés ideológico de um dos seus editorialistas, que se ufanou de “torcer para que Bolsonaro morra”, publicou o artigo do verdadeiro jornalismo de Gabriel Kanner: “A ditadura comunista e a emocionante luta do povo cubano por liberdade”. Merece ser lido.

A rápida recuperação do Presidente Bolsonaro provou que a torcida do mal é inócua.

Torcemos para os cubanos conquistarem o direito de viver numa Cuba Livre.

Rezemos para Deus proteger o Brasil contra os que silenciam a verdade para desunir a Nação e roubar a paz dos brasileiros.

Aos leitores interessados em conhecer mais sobre a monumental Tapeçaria do Apocalipse com suas arrebatadoras cenas bíblicas, em exposição na Galeria do Castelo de Angers, na França, recomendo a leitura do romance policial “A BESTA DOS MIL ANOS” com sua empolgante trama de suspense e ação na cidade de Angers e do Rio de Janeiro.
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