Brasil, em primeiro lugar

A liberdade de expressão é um direito fundamental, inerente à dignidade humana.

Nossa Constituição o garante no art. 5°, IX: “é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”.

Nunca se viu tamanha universalidade da liberdade de expressão, ilimitada, sem restrições, acompanhando, passo a passo, o festival de bizarrices do sistema de votação indireta dos Estados Unidos, onde cada Estado tem um número x de votos no Colégio Eleitoral e o Presidente só consegue se eleger alçando 270 votos dos delegados do Colegiado.

Em plena era da pandemia global, o mundo parou para acompanhar a corrida presidencial americana. Nunca houve uma eleição tão tumultuada.

Só a partir de 14 de dezembro, após os “Certificados de Averiguação” serem assinados pelos governadores, saberemos, de fato, qual foi o presidente eleito.

A exaltação midiática se fartou com esse esdrúxulo sistema de votação em urnas municipais independentes e com a polêmica permissão para que 65 milhões de americanos votassem antecipadamente e pelo correio, inclusive com a chegada de votos pós-eleição. Foi um mar de fraudes, de votos ilegais e de impugnações.

As disputas judiciais sobre as apurações dos votos terão que ser concluídas “até dia 8 de dezembro”.

Caso os prazos do calendário eleitoral se expirem, o legislativo dos estados escolherão os candidatos, sendo que alguns estados que elegeram Biden, “tem um legislativo majoritariamente republicano”.

Em 2017, diante do Capitólio, em Washington, Donald Trump, no histórico discurso de posse para TODOS os americanos, enfatizou a célebre frase: “AMÉRICA, em Primeiro lugar”.

Nada mais aterrorizante para os comunistoides, os chineses e os líderes populistas socialistas, acostumados em disseminar suas ideologias através de mentiras e falcatruas, como nos 16 anos de lulismo, em que o oleoduto da corrupção abasteceu a extrema mídia, hoje engajada em mistificar a vitória da onda azul.

Quando Bolsonaro oficializou a sua preferência e lealdade a “alianças sistêmicas” com os Estados Unidos, os ex-mandatários e seus partidários, atrelados aos regimes ditatoriais de Cuba e da Venezuela, revidaram na mídia vermelha com uma odiosa perseguição ao Presidente de TODOS os brasileiros, eleito democraticamente.

Enquanto o Procurador-geral dos Estados Unidos autorizou as apurações das fraudes, confirmando que “a eleição está longe do fim”, a extrema mídia já elegeu o centrista Biden, ao que se sabe, incapaz de liderar uma sociedade norte-americana mais dividida do que nunca e de pacificar um instável ambiente internacional, devastado pela Covid-19 e pela recessão econômica.

Num futuro de incertezas com uma segunda onda mundial de coronavírus, a sórdida mídia brasileira numa indefinida eleição americana, intensifica sua campanha alarmista. Abusa de intrigas e de manchetes sensacionalistas, em desrespeito à liberdade de expressão, semeando a discórdia entre os brasileiros e gerando uma onda de negativismo e desconfiança no governo e no futuro do Brasil.

Os brasileiros do bem, unidos pelo patriotismo nas redes sociais, saberão viralizar a defesa do BRASIL, EM PRIMEIRO LUGAR, qualquer seja o Presidente americano.

Saberão derrotar os inimigos da bandeira verde amarela, que tanto nos orgulhamos.

Que Deus proteja a união de TODOS na construção de um Brasil Melhor.

Notícias Relacionadas

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *