8 de agosto de 2022
Colunistas Ilmar Penna Marinho

Al Capone morreu e o gangsterismo fugiu para o Brasil


A Lei Seca americana entrou em vigor em 1920. Objetivava diminuir os problemas relacionados ao alcoolismo e à violência. O tiro saiu pela culatra. Na Grande Depressão, só fez aumentar o consumo ilegal de bebidas, a corrupção e a criminalidade, beneficiando o gangster Al Capone, que com apenas 26 anos se tornou o chefão do maior sindicato criminal de Chicago.
Burlou a Lei Seca e ergueu o seu império do crime.
Apesar de sua má reputação e vínculo ao crime organizado, fez muitos amigos no meio empresarial, político e artístico. Conquistou a fake respeitabilidade de empresário, gerando empregos na venda clandestina de bebidas alcoólicas em tempos de desemprego em massa.
Virou uma celebridade e foi capa da revista TIME em março de 1930.
De bem com a mídia, Al Capone conseguiu, por muitos anos, se manter impune de suas atividades criminosas, em especial, da corrupção. Acabou sendo pego na malha do fisco, em 1931, e foi condenado a 11 anos de prisão. Cumpriu só 8 anos na prisão de Alcatraz.
Al Capone morreu de sífilis em casa, mas o gangsterismo migrou para o Brasil.
A história se repete.
Um lendário metalúrgico, semialfabetizado, e ativo líder sindical das greves de operários paulistas virou o chefão do Partido das Trevas, de sigla PT, e se elegeu Presidente do Brasil.
Como foi possível enganar multidões e até o Obama, presidente americano, que o celebrizou como o “cara” populista, salvador da pobreza?
Foram 16 anos de lulismo no poder. Engavetou reformas vitais para o país alcançar a prosperidade e institucionalizou a corrupção, junto com a maior organização criminosa da história do Brasil. A Operação Lava Jato comprovou tudo e reiteradamente os tribunais superiores o condenaram a 9 anos e 6 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Ficou preso por apenas um ano. O Supremo o soltou, rasgando a Carta Magna.
Na versão tropical do gangsterismo americano, os bilionários recursos federais não foram investidos, como deveriam, em hospitais e na melhoria assistencial da saúde pública. A corrupção os desviou para obras dos “muy amigas” ditaduras comunistas e das empreiteiras parceiras.
Nenhum Presidente na história da República foi tão perseguido como o Presidente Bolsonaro.
Merece?
Num saco de gatos ferozes, esquerdo-comunistóides, derrotados nas urnas, endossados por políticos e togados oportunistas e pela sórdida mídia, se engajam na mais perversa perseguição para derrubar Bolsonaro.
Na era do #FiquEmCasa despejam artigos, filmes, caricaturas para renascer Hitler num Bolsonaro achincalhado e comparar o seu governo ao nazismo.
Tudo para massificar o repúdio a um Presidente eleito democraticamente.
Se esqueceram de dizer que a corrupção do Mensalão e do Petrolão vitimou a população desamparada. Agora, diante do atual colapso da rede hospitalar na pandemia, o desvio criminoso de recursos do lulismo está associado às mais de 110 mil mortes do Covid-19.
Bolsonaro não é culpado pela dor das famílias enlutadas.
Quando Lula, voltando do Banco do Vaticano com a bênção papal disse: “Ainda bem que natureza criou o coronavírus”, o povo brasileiro aprendeu que o lulismo é sinônimo de gangsterismo e ódio.
Ninguém engana o povo o tempo todo. A aprovação de Bolsonaro subiu para 37%. Já a rejeição caiu para 10 %, registrou a Datafolha. Bateu recordes em agosto.
Os jornalistas do OGlobo não dormem há várias noites… em agosto.

Advogado da Petrobras, jornalista, Master of Compatível Law pela Georgetown University, Washington.

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