Al Capone morreu e o gangsterismo fugiu para o Brasil

A Lei Seca americana entrou em vigor em 1920. Objetivava diminuir os problemas relacionados ao alcoolismo e à violência. O tiro saiu pela culatra. Na Grande Depressão, só fez aumentar o consumo ilegal de bebidas, a corrupção e a criminalidade, beneficiando o gangster Al Capone, que com apenas 26 anos se tornou o chefão do maior sindicato criminal de Chicago.

Burlou a Lei Seca e ergueu o seu império do crime.

Apesar de sua má reputação e vínculo ao crime organizado, fez muitos amigos no meio empresarial, político e artístico. Conquistou a fake respeitabilidade de empresário, gerando empregos na venda clandestina de bebidas alcoólicas em tempos de desemprego em massa.

Virou uma celebridade e foi capa da revista TIME em março de 1930.

De bem com a mídia, Al Capone conseguiu, por muitos anos, se manter impune de suas atividades criminosas, em especial, da corrupção. Acabou sendo pego na malha do fisco, em 1931, e foi condenado a 11 anos de prisão. Cumpriu só 8 anos na prisão de Alcatraz.

Al Capone morreu de sífilis em casa, mas o gangsterismo migrou para o Brasil.

A história se repete.

Um lendário metalúrgico, semialfabetizado, e ativo líder sindical das greves de operários paulistas virou o chefão do Partido das Trevas, de sigla PT, e se elegeu Presidente do Brasil.

Como foi possível enganar multidões e até o Obama, presidente americano, que o celebrizou como o “cara” populista, salvador da pobreza?

Foram 16 anos de lulismo no poder. Engavetou reformas vitais para o país alcançar a prosperidade e institucionalizou a corrupção, junto com a maior organização criminosa da história do Brasil. A Operação Lava Jato comprovou tudo e reiteradamente os tribunais superiores o condenaram a 9 anos e 6 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Ficou preso por apenas um ano. O Supremo o soltou, rasgando a Carta Magna.

Na versão tropical do gangsterismo americano, os bilionários recursos federais não foram investidos, como deveriam, em hospitais e na melhoria assistencial da saúde pública. A corrupção os desviou para obras dos “muy amigas” ditaduras comunistas e das empreiteiras parceiras.

Nenhum Presidente na história da República foi tão perseguido como o Presidente Bolsonaro.

Merece?

Num saco de gatos ferozes, esquerdo-comunistóides, derrotados nas urnas, endossados por políticos e togados oportunistas e pela sórdida mídia, se engajam na mais perversa perseguição para derrubar Bolsonaro.

Na era do #FiquEmCasa despejam artigos, filmes, caricaturas para renascer Hitler num Bolsonaro achincalhado e comparar o seu governo ao nazismo.

Tudo para massificar o repúdio a um Presidente eleito democraticamente.

Se esqueceram de dizer que a corrupção do Mensalão e do Petrolão vitimou a população desamparada. Agora, diante do atual colapso da rede hospitalar na pandemia, o desvio criminoso de recursos do lulismo está associado às mais de 110 mil mortes do Covid-19.

Bolsonaro não é culpado pela dor das famílias enlutadas.

Quando Lula, voltando do Banco do Vaticano com a bênção papal disse: “Ainda bem que natureza criou o coronavírus”, o povo brasileiro aprendeu que o lulismo é sinônimo de gangsterismo e ódio.

Ninguém engana o povo o tempo todo. A aprovação de Bolsonaro subiu para 37%. Já a rejeição caiu para 10 %, registrou a Datafolha. Bateu recordes em agosto.

Os jornalistas do OGlobo não dormem há várias noites… em agosto.

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