A ONU em busca da vitória da guerra e da união pela paz


“ – Na paz, preparar-se para a guerra. Na guerra, preparar-se para a paz”.

Um ensinamento milenar do general chinês Sun Tzu para os campos de batalhas, como também para as lutas diárias contra a pandemia mundial.

No dia 14 de setembro foi a abertura da 76ª Assembleia Organização das Nações Unidas, que reuniu “de forma híbrida”, presencial e por vídeo, cerca de 90 Líderes de Estado, que foram ouvir e relatar a via crucis das perdas e a escalada de superações para erradicar a Covid 19 e reconstruir um futuro de sustentabilidade global.

O Brasil, desde 1955, faz o discurso de abertura e de boas-vindas do evento.

A primazia evoca a brilhante atuação do Chanceler Osvaldo Aranha, que presidiu a Assembleia, em 1947, quando se aprovou a criação do Estado de Israel, com o dignificante voto do Brasil.

O Presidente Jair Bolsonaro, após abrir os debates com sua mensagem de esperança, “mostrou o Brasil diferente daquilo publicado em jornal ou visto na televisão”.
Disse que, ao assumir o governo, o país estava “à beira do socialismo” com obras financiadas “em países comunistas, sem garantias,” a serem “honradas pelo povo”.

Mostrou um Novo Brasil com a credibilidade recuperada, por força do “maior programa de parceria de investimentos com a iniciativa privada de sua história”, da ordem de 100 bilhões.

No setor de infraestrutura, foram privatizados 34 aeroportos, 29 terminais portuários e 14 autorizações para novas ferrovias num total de US$ 15 bilhões de investimentos privados.

Confirmou que Brasil enfrentou com determinação os grandes desafios ambientais nos seus 8,5 milhões de km2 e que avançou na “neutralidade climática”, obtendo, na Amazônia, uma redução de 32% do desmatamento.

Esclareceu que 14% do território nacional, “mais de 110 milhões de hectares”, é destinado às reservas indígenas, onde 600.000 índios vivem em liberdade, ansiosos “em utilizar suas terras para a agricultura e outras atividades”.

Garantiu que sempre defendeu o combate da pandemia e do desemprego de forma simultânea e responsável. Findou 2020 com mais empregos formais do que em dezembro de 2019, graças aos programas do governo de manutenção de emprego e renda, ao custo de US$ 40 bilhões.

No seu discurso pela paz, lamentou “todas as mortes ocorridas no Brasil e no mundo”.

Relatou como um país “de dimensões continentais”, pouco menor que toda a Europa, implantou uma vitoriosa vacinação nacional com mais de 70 milhões de brasileiros imunizados.

Expressou a sua gratidão pelo glorioso 7 de setembro de 2021, dia da Independência do Brasil, quando recebeu o amplo e sólido apoio de gigantescas manifestações do povo, que lotou as ruas para defender a democracia e o seu mandato, conquistado nas urnas.

A 76ª Assembleia conheceu a realidade do verdadeiro Brasil.

O Nosso Presidente foi feliz no palanque internacional da ONU, quando enalteceu a bravura dos brasileiros, vacinados contra o vírus ideológico, que apoiam as ações do governo brasileiro no combate à pandemia e no restabelecimento dos princípios fundamentais da harmonia dos Três Poderes e da Justiça igualitária para todos, apesar da tenebrosa politização da pandemia por uma circense CPI do Congresso e do autoritarismo do Supremo, violando fundamentais direitos e garantias individuais e causando total indignação popular.

Que Deus ilumine o caminho da paz, da ordem e do progresso do Brasil verde-amarelo.

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