Lula, em seu mais recente discurso internacional abre um leque de estultices. Pegarei aqui apenas duas.
A primeira de cunho matemático.
Lula disse que sonha viver 120 anos e, tendo agora 77, tem pela frente mais 33 anos. Parasse por aí, seria apenas divertido para uma plateia internacional ver que até resultados matemáticos, não apenas a democracia, são relativos para o líder brasileiro.
Pode piorar! E vai!
Num ponto da mesma fala Lula disse que sua luta contra um regime antidemocrático, que se instalou no Brasil nos últimos seis anos, lhe deu forças para entrar numa campanha para retornar ao poder. Fez até uma piadinha sem graça com o ministro indiano presente dizendo que retomar a democracia no Brasil é uma missão mais árdua que mandar um foguete à lua.

Som ambiente de risos constrangidos…
Lula não estava diante de sua plateia cabestrada que se emociona com qualquer tolice que o líder diga.
Muito menos, naquele recinto, havia apenas jornalistas do consórcio de mídia nativa que, compensados monetariamente, servem como escribas de campanha, manchando a imagem de adversários políticos na mesma proporção que enalteciam o candidato pré-eleito nas redações.

