12 de agosto de 2022
Adriano de Aquino Colunistas

Chernobyl no fundo do oceano

Não bastasse o descontrole e irresponsabilidade  do governo chinês na propagação de vírus letal, o mundo está ameaçado por um fenômeno que podemos chamar de ‘Chernobyl Mobile’.
A Rússia é uma das maiores produtoras de sucatas de tecnologia nuclear de alto risco para a vida no planeta.

Os dois casos – juntos e misturados – convergem para uma pergunta que não cala:

Por que uma ativista sueca adolescente,que se tornou eco star da mídia ocidental apontando problemas ambientais à milhares de quilômetros de distância da Suécia, incentivando  boicote aos produtos agrícolas do Brasil, não parece se preocupar com a proximidade do seu país ao Círculo Polar Ártico, onde adormecem -ameaçadoramente – toneladas de resíduos nucleares latentes?

“Um estudo de 2019 feito por um consórcio incluindo a empresa britânica de segurança nuclear Nuvia encontrou 18 mil objetos radioativos no oceano Ártico, entre eles 19 embarcações e 14 reatores.Embora a radiação emitida pela maioria desses objetos tenha se aproximado dos níveis mais baixos graças ao acúmulo de lodo, o estudo descobriu que mil deles ainda têm níveis elevados de radiação gama penetrante.”

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

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