8 de maio de 2026
Adriano de Aquino

Lei e desordem

“Os legisladores da Câmara no Comitê Judiciário examinarão como o governo Biden-Harris pode ter manipulado o sistema legal para atingir cidadãos americanos e oponentes políticos”. FoxNews

Esse é o passo decisivo para se consolidar a reversão da mentalidade popular sobre uma administração corrupta.

Um Congresso ativo e determinado é muito mais eficaz na mudança de mentalidade de um povo do que toda a mídia monetizada pelos democratas progressistas, espinafrando todos os dias e todos os atos do novo governo reformista.

Ao pautar na Casa Legislativa os atos infames e a sangria de dinheiro do contribuinte destinado às agencias corruptoras mundo afora, praticados no governo Biden, o repúdio do povo e da nação, expressado por seus representantes no Congresso, mudam as coisas radicalmente.

É claro que as investigações e denúncias dos órgãos, do executivo e da administração, e a ação dos procuradores intimando responsáveis pela corrupção no governo Biden, são muito importantes e eficazes para a reparação da ética na coisa pública e na contenção dos gastos públicos.

Porém, somos gatos escaldados.

Já assistimos na Itália, com a operação ‘Mani Polite’, gestada no judiciário e abortada pelo próprio judiciário, que hoje completa 30 anos de esquecimento. A Lava Jato, no Brasil, percorre o mesmo caminho.

Nasceu nos escaninhos da Justiça Federal e foi igualmente abortada pelo Judiciário.

Tudo voltou ao que era antes, com a soberba e a prepotência estendida, coisa de quem se assegura na impunidade.

Sabemos de outras investidas jurídicas em países autoritários da periferia. Ações judiciais contra a corrupção, aplaudidas pelo povo, acintosamente ‘desmanchadas’ pela própria justiça.

Só um Congresso – representantes legítimos dos eleitores – em sintonia com a vontade popular, pode reverter a opinião pública e consolidar as mudanças que a sociedade aspira.

Tudo mais é esquema, para manter o “mainstream”.

Adriano de Aquino

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.