“Os legisladores da Câmara no Comitê Judiciário examinarão como o governo Biden-Harris pode ter manipulado o sistema legal para atingir cidadãos americanos e oponentes políticos”. FoxNews
Esse é o passo decisivo para se consolidar a reversão da mentalidade popular sobre uma administração corrupta.
Um Congresso ativo e determinado é muito mais eficaz na mudança de mentalidade de um povo do que toda a mídia monetizada pelos democratas progressistas, espinafrando todos os dias e todos os atos do novo governo reformista.
Ao pautar na Casa Legislativa os atos infames e a sangria de dinheiro do contribuinte destinado às agencias corruptoras mundo afora, praticados no governo Biden, o repúdio do povo e da nação, expressado por seus representantes no Congresso, mudam as coisas radicalmente.
É claro que as investigações e denúncias dos órgãos, do executivo e da administração, e a ação dos procuradores intimando responsáveis pela corrupção no governo Biden, são muito importantes e eficazes para a reparação da ética na coisa pública e na contenção dos gastos públicos.
Porém, somos gatos escaldados.
Já assistimos na Itália, com a operação ‘Mani Polite’, gestada no judiciário e abortada pelo próprio judiciário, que hoje completa 30 anos de esquecimento. A Lava Jato, no Brasil, percorre o mesmo caminho.
Nasceu nos escaninhos da Justiça Federal e foi igualmente abortada pelo Judiciário.
Tudo voltou ao que era antes, com a soberba e a prepotência estendida, coisa de quem se assegura na impunidade.
Sabemos de outras investidas jurídicas em países autoritários da periferia. Ações judiciais contra a corrupção, aplaudidas pelo povo, acintosamente ‘desmanchadas’ pela própria justiça.
Só um Congresso – representantes legítimos dos eleitores – em sintonia com a vontade popular, pode reverter a opinião pública e consolidar as mudanças que a sociedade aspira.

Tudo mais é esquema, para manter o “mainstream”.

