
George Soros se tornou mundialmente famoso por sua façanha especulativa que “quebrou o Banco da Inglaterra” em 1992.
Após apostar contra a libra esterlina por perceber que a moeda estava sobrevalorizada em relação ao marco alemão, Soros comprou libras, converteu em outras moedas.
Esperou a libra cair e recomprou a moeda a um preço mais baixo, obtendo lucro bilionário.
A pressão sobre a libra aumentou, forçando o governo britânico a retirar a libra do Mecanismo Europeu de Taxas de Câmbio (ERM).
Então a libra desvalorizou rapidamente, causando enormes perdas para o Banco da Inglaterra.
O resultado
Soros ganhou cerca de US$ 1 bilhão com essa operação e ficou mundialmente conhecido como “o homem que quebrou o Banco da Inglaterra”.
Com essa façanha, Soros se tornou um dos especuladores mais influentes da história.
Fora os banqueiros e suas famílias, são raras as pessoas que gostam de bancos.
Ter quebrado um banco tradicional e poderoso, lhe trouxe a simpatia de ‘anticapitalistas’ que enxergam os bancos como o Vaticano que da suporte a fé no capital.
Vai daí que Soros se tornou o queridinho dos progressistas e um exemplo a ser admirado e imitado por especuladores que desejassem trilhar as vias do sucesso financeiro.
Impulsionado por esse status, Soros achou que poderia fazer o mesmo com as nações. E, estava!
Congressistas norte-americanos, ao saberem que a investigação do DOGE (Musk) desvendou o vínculo Soros USAID, ficaram espantados que uma agência do governo americano havia repassado milhões de dólares para a Open Society ‘especular’ contra o sistema de justiça norte-americano ‘quebrando’ as pernas da lei, através do financiamento de procuradores e advogados que moveram ações judiciais contra liberais democratas e conservadores que combatiam as políticas progressistas/woke, subvencionadas por Biden,não apenas nos EEUU.
A esperança de muitas pessoas mundo afora é que a Open Society, assim como está acontecendo agora na USAID, seja igualmente investigada e que os crimes apurados sejam punidos com o rigor da lei.

