
(foto 1) Estados Unidos por Nova Jersey. Ele apareceu na mídia em fevereiro e sumiu antes do fim do mês.
(foto2) Agora, a foto de um bando de parlamentares democratas, sem qualquer projeção no cenário internacional, replicando visualmente o discurso do ‘Estado da União’, ontem pronunciado por Trump, com protestos típicos das passeatas de ativistas anônimos na frente das universidades e pelas ruas das grandes cidades americanas. Isso me parece uma marcha coletiva para o abismo.
De cara, lembrou-me o trágico suicídio coletivo (considerado o segundo mais devastador ataque suicida, superado pelo 11 de setembro) ocorrido em 1979 em Jonestown na Guiana, um misto de suicídio coletivo e assassinatos liderados pelo pastor Jim Jones, fundador do Templo Popular, uma seita pentecostal cristã de orientação socialista.
É claro que a comparação é de caráter simbólico.
Junta dois eventos patéticos manifestados por membros do Partido Democrata que me impressiona pela insignificância dos gestos.
Primeiro pela troca dos famosos vetores da oposição Democrata à eleição do Trump. Cadê os Clinton, Bernie Sanders, Pelosi e outros notáveis? Onde se esconderam?
As primeiras tentativas dos Democratas de dar uma resposta dura ao novo governo ainda contavam com personagens conhecidas como Bernie Sanders.
Porém, depois que levou um tranco do ex-democrata Robert F Kennedy, Bernie gaguejou e de fininho foi para a retaguarda. E os outros?
Em fevereiro, eu postei sobre o sumiço dos velhos caciques democratas e comentei a desastrosa estratégia suicida de mandar recrutas para a linha de frente na batalha contra Trump, como Andrew Kim ex-diplomata americano que atua desde 2024 (um neófito) como senador ‘júnior’.
O Congresso é o lugar da retórica combativa e inteligente.
Com uma claque assim, Trump deita, rola e cresce em popularidade.

