
A mídia noticia: Lula e os líderes do PT vêm intensificando a campanha eleitoral, após o líder do governo, o Senador Jacques Wagner (PT-BA) sofrer o cerco da Polícia Federal, acusado de ter auferido vantagens bilionárias do Banco Master pelos bons favores políticos prestados.
Indiciado pela 9ª fase da Operação Compliance Zero do STF, em 4 dias, o Senador foi defenestrado do Alvorada.
Na verdade, o PT vem acumulando um histórico legado de denúncias, escândalos e crimes contra o patrimônio público.
Somam-se muitas manipulações de corrupção, com destaque para as praticadas durante o Mensalão e a Lava Jato, conhecidas do público.
Há 4 meses das eleições de outubro, Lula ainda aposta no atual “Pacote de bondades”, que reaviva antigas descumpridas promessas populistas.
Os mais cotados candidatos presidenciais são dois antigos rivais. O mais temido opositor lulista é o Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Busca ampliar a confiança dos eleitores com projetos de segurança pública, cujas pesquisas de opinião pública apontam serem de urgente prioridade para a população contra a generalizada violência urbana.
Tem sido árdua a jornada da candidatura oposicionista, diante da fúria vingativa de um Supremo Algoz, que impõe privações ao seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, um enfermo de 71 anos, submetido à humilhante rotina prisional, para desmoralizar a sua influência de principal líder da Oposição.
– Eu não sou esquerdista! – contestou Lula ao chanceler alemão.
Também braveja de ter sido injustamente condenado por unanimidade pela 5.ª Turma do STJ, por “corrupção passiva e lavagem de dinheiro”. E ter sido preso 580 dias.
Com 3 vitórias na Copa, renasce no Brasil a esperança de que, em breve, não teremos o desgoverno de um ex-presidiário no poder com a sua pesada ficha criminal.
O Brasil não aguenta mais…

