
A retórica combativa das esquerdas se tornou um anestésico poderoso. Aqui, como acolá, os slogans ‘wokes/acordado’ têm levado plateias ao sono profundo.
Ontem aconteceu de novo.
O jornalista Victor Nava (New York Post) resistiu aos efeitos do sonífero Kamala e pode registrar o fenômeno do entorpecimento coletivo.
Eu, que sempre achei a Kamala Harris um placebo tipo Geraldo Alckmin, fiquei surpreso com os efeitos hipnóticos da Kamala Harris, no jantar para sua premiação.
Durante mais um discurso inflamado, a ex-vice-presidente da múmia Biden, tricotou os ataques de sempre contra o atual governo.
Parte da plateia já conhece o roteiro e cochila entre um repeteco e outro.
Mas, no palco, um músico de sopro, colocado no meio da banda para o apogeu(sic) do evento, não resistiu.
“Dominado pelo cansaço ou pelo tédio, adormeceu justamente quando Harris alertou que “as pessoas iriam às ruas se tentassem cancelar as eleições”.
“Eles têm um plano que vem sendo arquitetado há décadas para chegar a este momento e além: que é dificultar tanto o voto das pessoas que elas não votem”, vociferou Harris, enquanto o saxofonista roncava”

