
A Califórnia é a 4ª maior economia do mundo, ultrapassando o Japão. O PIB nominal da California é de aproximadamente US$ 4,1trilhões, superado apenas em ordem quantitativa pelo PIB dos Estados Unidos, da China e da Alemanha.
O Mississippi, embora seja o estado mais pobre dos EUA, possui um PIB per capita que rivaliza ou supera o de grandes potências europeias. No critério de riqueza por habitante (aviso aos interpretes da ‘justiça social’. Brasileiros sabem desde criancinha e por experiência propria que PIB não significa distribuição equitativa).
Com PIB per capita de aproximadamente US$ 53.872 em 2025 —o Mississipi supera potências mundiais consolidadas. Se o estado fosse um país, ele seria mais rico, por pessoa, do que o Reino Unido: o PIB per capita britânico gira em torno de US$ 52.000.
França: A potência francesa registra cerca de US$ 48.000 por habitante.
Japão: Atualmente a 4ª maior economia do mundo, o Japão tem um PIB per capita nominal significativamente menor, por volta de US$ 34.000.
Itália e Espanha: ambas ficam abaixo, com cerca de US 33.000, respectivamente.
Em linhas gerais, um Estado que promove desenvolvimento econômico sistêmico atrai investimentos sólidos,expande a base produtiva e oferece aos seus cidadãos mais chances de alcançar bem estar social e segurança.
O governador da Califórnia tem sido alvo de inúmeras críticas.
A política tributária e a gestão progressista/populista levaram o setor empresarial inovador e as empresas de tecnologia de ponta a empacotarem seus empreendimentos e se mudarem para estados mais acolhedores.
Ainda bem que, ao contrário do incentivo globalista, grandes empresas não mudaram para outros países, dizem os americanos otimistas.
* * *
“A empresa que literalmente inventou o Vale do Silício acaba de fazer as malas e deixar a Califórnia para sempre.
A Hewlett Packard Enterprise (HPE) — que nasceu em uma pequena garagem em Palo Alto, em 1939, com apenas US$ 538 — transferiu sua sede global para a região de Houston, no Texas.
Esta é a empresa icônica que definiu a inovação americana e criou o modelo para o Vale do Silício. Agora, seus principais executivos deixaram San Jose.
O governador Greg Abbott os recebeu de braços abertos, chamando o Texas de o melhor lugar para se fazer negócios. O gabinete de Gavin Newsom respondeu com um encolher de ombros frio: “Empresas vêm e vão”.
Sem planejamento. Sem urgência. Apenas três palavras desdenhosas.
Centenas de empresas fugiram da Califórnia nos últimos anos, alegando impostos altíssimos (alíquota máxima de 13,3%), regulamentações opressivas e custos exorbitantes. O Texas não cobra imposto de renda estadual — o que economiza centenas de milhares de dólares por ano para os executivos.
O simbolismo é brutal: até mesmo o berço do Vale do Silício rejeitou sua própria casa. Se a empresa que deu início a tudo não consegue justificar sua permanência, o que isso diz sobre o futuro de todas as empresas que ainda estão presas na Califórnia?”

