28 de maio de 2026
Adriano de Aquino

Charles Kirk

‘Repudie com violência qualquer pessoa que promova ideias contrárias ao avanço global do movimento revolucionário em curso”.

A congregação progressista junta a elite financeira e intelectual às variantes populistas de esquerda, aos antifas/woke/milícias identitárias/mentores acadêmicos/comunicadores/ celebridades da arte e da cultura, etc.

Não me surpreende.

O ‘concílio revolucionário’ é autoritário e violento.

Está em “modo extermínio” das diferenças e se coloca como a ‘vanguarda’ das mudanças do século XXI.

Seus alvos são os cristãos, judeus, budistas, livre pensadores e toda e qualquer manifestação pessoal que incite a reflexão e estimule o convívio social entre as diferenças, inspirada na tradição cultural do ocidente.

Suas ações mais visíveis são: massiva ideologização da juventude pelas falanges docentes. Repúdio ao contraditório. Incentivo à catarse coletiva que ameace e execute pessoas que proponham o diálogo livre e aberto, critiquem e coloquem em debate o autoritarismo do modelo e das variantes do regimento progressista.

O frio assassinato de Charlie Kirk trouxe à tona sentimentos sombrios, manifestados publicamente por indivíduos que exultaram na grande mídia e nas redes sociais a morte de um opositor como mais um avanço rumo a vitória definitiva dos seus ideais.

A insidiosa declaração de guerra ao conservadorismo, a agressiva intolerância religiosa, o deboche e o repudio às tendências pluralistas do livre pensar, despertaram antagonismos não apenas retóricos mas, hostis e beligerantes de grupos até então contidos nas fronteiras da ética civilizatória e do convívio pacifico entre as diferenças.

Se você pensa que as falanges progressistas não projetaram esse cenário, você está enganado.

Era exatamente isso que essas falanges projetam desde o inicio do século.

“Polarização” tem sido a dose diária do vírus aplicado na veia do cidadão pelos veículos da imprensa tradicional para legitimar a censura, cooptar com o regime e controlar a informação.

Colocar-se no campo das vítimas, justificando assassinatos como defesa dos oprimidos é o velho mote da propaganda usado pelas empresas de comunicação mercenárias.

O almejado sonho progressista está prestes a se realizar na vida real.

O endosso ao assassinato covarde e brutal de Kirk, ecoou nos quatro cantos do mundo.

Recomenda-se aos progressistas daqui que comemoraram o bárbaro assassinato, se preocupem com seus filhos que ‘exportaram’ para estudar e viver nos EUA.

Catarse coletiva que tanto incentivam é do domínio de Leviatã.

Acontece onde menos se espera e contra quem menos se imagina

Adriano de Aquino

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

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