
Grupos humanitários que atuam em áreas de confronto, em apoio real às vítimas da guerra, diferenciam-se do ativismo midiático.
Esses grupos são legítimos e destemidos defensores da vida em zonas de combates severos.
Devemos a esses anônimos, a minimização da dor e sofrimento da população de Gaza em risco permanente.
O governo do Egito tem rigorosamente fechadas suas fronteiras para o turismo de ativistas europeus em férias, com destino a Gaza.
Minha sugestão é que as autoridades egípcias, em vez de estorná-los para a Europa, os estimule a embarcar no primeiro voo para o Sudão.
A guerra no Sudão, que começou em abril de 2023, é um conflito militar em curso entre as Forças Armadas Sudanesas e o grupo paramilitar Forças de Apoio Rápido (RSF). A luta pelo poder e controle territorial resultou em violência generalizada, deslocamento de milhões de pessoas e uma crise humanitária de grande proporção.
O conflito se iniciou com a escalada de tensão entre o exército liderado por Abdel Fattah al-Burhan e as Forças de Apoio Rápido (RSF) lideradas por Mohamed Hamdan Dagalo.
A guerra causou a morte de milhares de civis, deslocou milhões de pessoas e levou à destruição de infraestruturas e serviços essenciais, como hospitais. Uma hecatombe descomunal.
O Sudão está enfrentando uma crise humanitária grave, com fome, falta de acesso a alimentos e água, e epidemias de cólera.
Relatórios indicam que diversas atrocidades foram cometidas por ambos os lados, incluindo assassinatos, saques e estupros, especialmente contra civis.
O conflito atual é apenas o mais recente de uma série de conflitos internos que o Sudão já enfrentou, com raízes em questões étnicas, religiosas e de disputa por recursos.
Antes de enviar minha sugestão às autoridades egípcias, me dei conta de que a barbárie que tomou conta do Sudão tem como epicentro correntes islâmicas divergentes com o pobre, sofrido e esquecido povo no meio.
Donde se conclui que genocídio no Sudão não é tão atraente para os europeus, para grande imprensa, políticos demagogos, Ongs e ativistas midiáticos.
https://www.facebook.com/reel/1617866935577740

