30 de abril de 2026
Adriano de Aquino

Pauta alarmista

Esta pauta é recorrente e cotidiana de todos os veículos do consórcio da grande imprensa brasileira, em sintonia com o regime em curso no país, converge para as “ameaças da extrema direita à democracia”.

Por encanto ou melhor, por circunstâncias de alinhamento ao poder vigente, de viés econômico/ideológico, disfarçado de defesa da democracia, as liberdades civis e do estado de direito, fez desaparecer subitamente as ameaças de controle, sujeição comercial e econômica do país, ao maior e mais poderoso regime da esquerda radical, extremista, totalitário, expansionista, hostil e feroz.

A China agora, ofuscada na grande imprensa brasileira como um perigo menor e inofensivo para as nações democráticas do Ocidente.

Sobretudo para as democracias ‘relativas’ da América do Sul.

O documentário compartilhado nesse post, lançado em 2024, agora, em 2025,com a mudança de governo dos EEUU e as diretrizes traçadas pelo governo Trump, abre um horizonte de conjecturas sobre as possíveis reversões que alterarão os destinos do mundo.

Uma curiosidade de caráter humano nesse documentário é que não apenas os muitos dissidentes chineses, assim como os ativistas que lutam pela democracia em Hong Kong em oposição à ditadura chinesa, resistência democrática dos cidadãos de Taiwan e outros milhares de exilados de nações que sofrem a opressão de regimes coercivos em sua terra natal, recorram em sua grande maioria ao acolhimento nos EEUU.

Imperdível!

Adriano de Aquino

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

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