O Brasil acabou

Imagem: Arquivo Google – Olhos que veem

Quer dizer, a fantasia que tínhamos sobre existir um país chamado Brasil é que acabou.

O Brasil nunca existiu.

Nunca passamos de aglomerados de pessoas, salvos da barbárie total apenas por algum verniz civilizacional, um brilhareco eventual de gente como Pedros, Mauás, Nabucos, Nelsons, Lacerdas, Tons, Guimarães…

Quiçá tivesse sido melhor se tivéssemos perdido as guerras para franceses e holandeses, que, sabe-se lá porquê, estavam de olho nessa terra de provações.

E não me venham falar das florestas exuberantes, da fertilidade dos solos, da ausência de calamidades naturais, porque o que é ganho sem esforço não deve ser motivo de orgulho.

E, peraê, eu disse “ausência de calamidades NATURAIS”, assim mesmo, com capslockão ligado, pois verdadeira calamidade natural do Brasil é alguns brasileiros, aliás, muitos:

Artistas defendendo políticos sujos, políticos sujos defendendo terroristas, gente comum defendendo viciados e bandidos na rua e dizendo que é Cultura…

Não existe “Brasil”, galera, nunca existiu – o que chamamos de Brasil é, hoje em dia, um mega-giga-exagerado EXPERIMENTO, um experimento de engenharia social, antecipando o que deverá ser o mundo do futuro.

Sim, o Brasil é o país do futuro – não da forma que a gente achava, que droga.

O Brasil não passa de um experimento, um tubo de ensaio gigante nas mãos de Doutores Silvanas, uma espécie de X-24, o clone maligno do Wolverine.

O Loola está livre.

E o Brasil será para sempre escravo.

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