24 de abril de 2024
Colunistas Joseph Agamol

Por que eu considero as mulheres superiores aos homens?

Porque, antes de qualquer coisa, são mais inteligentes e espertas – no melhor sentido da palavra esperteza.

Uma mulher, por exemplo, jamais diria isso: é óbvio demais.

Costumam ler muito mais (ainda que muitas sejam assíduas frequentadoras de sites de fofocas e páginas de horóscopo, vá lá!) e, por conseguinte, escrevem e falam melhor.

Veem mais e mais longe. Tudo. Desde distinguir uma gama mais ampla de cores até enxergar uma potencial (e muitas vezes imaginária) rival.

São mais fracas fisicamente, é verdade, mas quem precisa de força quando nos derrotam fácil – e ferozmente – com uma promessa, uma dúvida ou um beijo – ou tudo isso junto?

Quando querem usar armamento pesado, proibido pela convenção de Genebra, nos mordem na nuca ou nos arranham delicadamente – como para nos deixar cientes dos seus propósitos.

Ou para delimitar seu território.

(A última afirmativa é mais verdadeira).

Movem-se sempre com graça, sempre.

Por isso, evitam correr atrás de ônibus, trens ou metrô… movem-se sempre com precisão.

São leoas caçando nas savanas ou águas-vivas dançando no oceano. Podem ser tão mortais quanto. É bom que se diga.

São seres poderosíssimos, mas podem ser vencidas: chocolate, acompanhado de uma boa massagem e elogios – se possível, sinceros – é kryptonita para elas.

Desconfio que, nas mulheres, a evolução tomou um atalho:

São mais próximas dos felinos que dos primatas – basta ver uma mulher se espreguiçando de manhã.

E quer maior prova de sua superioridade do que o fato de nos aceitarem por perto, mesmo não precisando absolutamente de nós?

E ainda que sirvamos, basicamente, apenas para exterminar baratas, abrir potes de geleia diet – ô troço difícil, viu? Trocar lâmpadas e – last but not least – fornecer orgasmos de qualidade…

Joseph Agamol

Professor e historiador como profissão - mas um cara que escreve com (o) paixão.

Professor e historiador como profissão - mas um cara que escreve com (o) paixão.

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