Eu vou contar uma coisa para vocês, vocês podem acreditar ou não, viu?

Então, chupa essa manga:

Foto: Phil Koch

Eu nunca desejei mal para o Moola.

Sério.

Nem para a Deelma. Nem para o FFHHCC. Nem para ninguém que eu me alembre agora.

(Já desejei mal para uns muquiranas que jogaram no Mengão, mas isso é coisa de jogo e não conta, né?)

O que eu fiz foi inventar uns apelidos sacanas e xingar uns nomes feios para essa patuleia toda aí de cima, mas isso também não vale, creio.

Mas eu não fiz isso, ou deixei de fazer, isto é, desejar o mal para a Crapulândia que citei no começo do texto, para posar de bonzinho ou de bonzão, não. Tô longe disso. Toda a minha vida é buscando equilibrar o saldo devedor com o Andar de Cima.

Não desejei mal nenhum à Crapulândia simplesmente porque me borro de medo das leis implacáveis do Universo – falei delas no post de hoje cedo – que, tenho a mais absoluta das convicções, vão atuar.

Tem gente que desafia, que debocha, faz pouco.

Minha mãe não criou um filho bobo e, por isto, eu respeito essas leis. E quero distância segura de quem não o faz.

Por isso, amigos e vizinhos, estou abrindo mão da amizade virtual com quem compactua com essa ciranda coletiva de maus sentimentos.

Meu compromisso aqui é com os caminhos do sol, como na canção antiga de Zizi Possi.

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