
Rei morto, rei posto, viva o rei!
E assim segue a vida, com o “perdeu, mané” fora de campo, terminando sua carreira de civilizador da nação em prantos, internado em hospital por um mal estar mais do que esperado para quem tanto aprontou, tanto delirou e agora termina assim, sem visto, sem toga, sem rumo, sem eixo, chorando pelos cantos.
O “perdeu, mané” é, além de tudo, um belo de um covarde.
Mas, o corpo nem tendo ainda esfriado na cova suprema, e os biltres já lhe arrumaram um substituto à altura, e sinto dizer que se o primeiro era o nosso “civilizador” afetado, o que chega agora é o nosso “destruidor” que chega com tudo para acabar de vez com o que um dia foi grande e respeitado, habitado ainda por seres mais preocupados com leis do que com ideologia e dos quais pouco ouvíamos falar, mal sabíamos seus nomes.
Os tempos eram outros.
E o que chega agora, nesses novos tempos rasos e onde o que predomina é o que restou de algo que era ruim e conseguiu ficar pior, é o “Bessias” de triste memória, o que me remete a alguma espécie de pesadelo do qual não se consegue acordar.
Nunca me caiu bem, essa que é a verdade, esse que encarna a figura do radical perigoso.
E quem é, afinal, o novo ministro do que um dia foi Supremo e hoje é uma corte meia boca ideológica?
Acima de tudo, é um homem de confiança de Lula.
Jorge Messias é um pernambucano de 45 anos que esteve por toda a vida atrelado às questões políticas, ancorado em cargos de governos petistas.
Notável saber jurídico? Esqueça!
Produção acadêmica recente? Nenhuma!
Dele não se espera capacidade profissional, mas fidelidade canina a um projeto de poder.
Possui formação em Direito na Universidade de Pernambuco e mestrado e doutorado na Universidade de Brasília, o mínimo que pode se esperar de alguém que ocupa algum lugar de destaque no mundo jurídico.
Mais do que isso já é esperar demais desse militante, que é alçado agora ao time que está sendo formado pelo ex-presidiário Nine, integrando a turminha ideológica que vai tomando a Suprema Corte de assalto, prontos para fazer tudo o que o seu senhor mandar.
Esqueça refinamento mental, esqueça saber jurídico, esqueça pudores, discrição, nobreza e caráter.
É fim de feira, senhores.
Acostumem-se com a lama da qual não tenho a mínima ideia de como dela sairemos.
Aguenta-te, que o tranco não será fraco não!

