A República da farsa

Temos assistido desde a campanha presidencial, ataques diários e sórdidos contra a figura do, agora, eleito, dentro das regras e com uma maioria incontestável, Jair Messias Bolsonaro.

Desde a extrema imprensa marrom, lideranças partidárias, judiciário e Mortadelas comedores de capim, inconformados com o prejuízo que tiveram com o fim da farra do dinheiro público, um eufemismo para se referirem ao seu, o meu, o nosso dinheiro, atiram para todos os lados no intuito de enfraquecer e derrubar o Governo.

Nos últimos meses, com uma inusitada aliança com o vírus chinês e com o falsário e traidor, Sérgio Moro, perderam totalmente qualquer pudor ou vergonha. Partiram para a batalha “final”, para eles, claro. Ou, derrubam o Presidente antes do fim do ano ou adeus poder. Para tanto, tudo é válido, desde a invenção de narrativas, estas, com novas embalagens, até, rasgar a constituição em pedacinhos como fez e faz, todo o STF, que, inacreditavelmente criou um processo denominado de Fake News, onde, são vítimas, acusadores e julgadores e, pasmem, nenhum acusado tem acesso ao inquérito. Bastaria dizer que não existe no nosso código penal a tipificação de fake news como crime.

O desavergonhado e intitulado, Decano, profano e insano, determinou numa clara violação da lei, a divulgação de uma reunião ministerial secreta e privada, a pedido do, ainda mais indecoroso, Moro, do vídeo da reunião, que, agora sabemos, foi com o intuito de criar constrangimento a alguns Ministros, já, que para o inquérito, de nada serviria.

Quando pensamos que nada mais mirabolante pode acontecer, um outro inquérito, que corre na justiça estadual, com a chancela do MPRJ e investigado pela polícia civil, que tem como objeto a chamada “rachadinha” entre parlamentares e seus assessores, que entre tantos, está o Queiroz, um dos funcionários do Senador, é preso com requintes de espetaculosa película cinematográfica.

Foto: Google – El País

O sujeito há quinze meses tem paradeiro conhecido, sem nenhum mandado de prisão e sem nada provado contra ele, foi envolvido em mais uma trama de conspiração do vale tudo amoral em que se transformaram essas instituições no Brasil. A TV que passou meses falando do Covid dia e noite, esqueceu do vírus chinês e partiu para cima do assessor do filho do Presidente. Quem estava desavisado, imaginava que o maior inimigo do Brasil estava sendo detido. URRA! Um alívio, agora vai.

Bastaria, já que era sabido seu endereço, convoca-lo a depor como vinha sendo feito desde então. Mas, faz parte dos planos da “República” a construções de narrativas para atingir o Governo Federal, nem que, para tanto, caiam no ridículo.

São tão burros que a cada marola mentirosa, mais, fazem crescer na população, a ânsia pela verdade e pela democracia, de fato e de direito.

O que estou dizendo já é do conhecimento de muitos. O que precisa se ressaltado é o roteiro desse filme de quinta categoria.

O Juiz que determinou essa desnecessária prisão, tem uma filha no gabinete do futuro ex Governador do RJ, Witzel, desafeto notório do Presidente. Witzel, ainda mantém ilusões de se manter no cargo e uma bomba, que ele pensou, em deixar cair no colo da presidência, poderia servi-lo como uma panaceia. Por óbvio, que esse enredo só servirá para narrativas frágeis dos desmiolados inimigos da democracia e do povo brasileiro. Ninguém, de bem, por mais ingênuo, cai mais nessas fábulas da carochinha.

O temor é que passe o ano e o Bolsonaro possa colocar um nome dentro do STF, que, ainda siga em minoria na lustrosa Corte, ficará mais difícil esconder as tramoias urdidas sob as cheirosas togas.

Por outro lado, coma aproximação de Bolsonaro com alguns partidos, ele poderá eleger o próximo Presidente da Câmara e do Senado, pondo fim, assim, ao pesadelo de termos um porquinho da índia e um peixe boi a barrar os avanços que tanto o Brasil precisa.

Quero encerrar com um alerta aos que não são de esquerda, mas, se dizem contrários ao Governo de Bolsonaro:

Não se trata mais se você gosta ou não dele e, sim, da sua escolha de vida entre sua liberdade e seu progresso ou de ficar do lado de criminosos que a tantos anos nos tiram o direito de sermos grandes e de fato livres.

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