A "greve"(?) de hoje

Foto: Jorge Willian / O Globo (Arquivo Google)

O que estamos vendo hoje não é greve, é baderna,  é guerrilha urbana do PT e seus comparsas de esquerda. Cadê a polícia? Estão destruindo o patrimônio público e impedindo o direito de ir e vir. Uma minoria violenta. Last but not least, gostaria de lembrar que, além do apoio ao chefe da organização criminosa, esses “progressistas” retrógrados, que adoram chamar quem discorda deles de fascistas, apoiam a CLT de 1943, copiada pelo ditador Getúlio Vargas do pai do fascismo, o italiano Benito Mussolini. E são contra qualquer mudança. Nos Estados Unidos não tem nada disso, nem 13º salário, e todos querem ir trabalhar lá.
Não está havendo greve, houve baderna, quebra-quebra, queima de pneus e violência. O povo disse não. Um enorme fracasso, que prova que Lula foi o grande derrotado, com seus comparsas – pelegos que receberam cerca de 20 BILHÕES na era lulodilmista. Tudo com o apoio do PSOL, PCdoB, PDT et caterva.
Aliás, tinha gente armada nas ruas impedido o direito constitucional do cidadão de ir e vir.
Gostaria de saber por que ninguém protestou contra o assalto aos fundos de pensão? Agora, para cobrir o rombo, os funcionários são obrigados a pagar o aumento da contribuição previdenciária descontada automaticamente dos salários. A este descalabro abaixam a cabeça e submetem-se, passivamente. Só faltam mugir.
Já me chamaram hoje de ignorante por tentar explicar com fatos, não opinião, o que é a CLT de 1943 . É imprescindível que o Brasil entre no século XXI. Temos mais de 14 milhões de desempregados. Mais, bem mais, se contarmos com os que recebem o bolsa família e os que desistiram de procurar emprego. Ou seja, do jeito que está, esse modelo fracassou. O Brasil precisa mudar. Compartilho um texto esclarecedor, postado por Ana Zinger ( não sabemos a autoria):
“No dia da greve que pretende protestar contra as reformas, é conveniente relembrar alguns fatos.
O Brasil possui hoje mais de 16 mil sindicatos, que arrecadam 3,5 bilhões de reais por ano, através das contribuições de empregadores e empregados.
A contribuição sindical é obrigatória e está prevista no artigo 579 da CLT — conjunto de leis anacrônicas e fascistoides implantadas durante o Estado Novo e baseadas na Carta Del Lavoro, de Benito Mussolini.
A Carta Del Lavoro, lançada em 1927 e inspirada nas concepções coletivistas do marxismo, é um conjunto de regulamentações que expressa a doutrina do corporativismo, a ética do sindicalismo fascista e a política econômica fascista.
Esse conjunto de leis foi copiado em Portugal, na Turquia e no Brasil. Os ventos da modernidade levaram à eliminação dessas leis, criadas por regimes anteriores, nesses países, mas não no Brasil, que manteve a herança fascista.
Atualmente o número de sindicatos no Brasil é cerca de 125 vezes maior que o número de sindicatos nos EUA. Considere-se que possuímos uma população de 200,4 milhões contra os 319 milhões de norte-americanos. Segundo o IBGE, o número de sindicatos cresce mais do que o de associados.
As reformas visam mudar isso.
Durante os anos de governo petista, enquanto se implantava a falência econômica e ao mesmo tempo se promovia o enriquecimento dos ‘companheiros’, essas agremiações só deram o ar da graça quando convocadas aos ‘protestos a favor’ do governo Dilma — a troco de mortadela.
Os sindicatos, enquanto representantes dos interesses dos trabalhadores, não deram um pio quando chegávamos a 13, 15 ou 20 milhões de desempregados.
Enquanto governou o país, a esquerda acusou a oposição de lutar contra os interesses da nação, unicamente por razões político-partidárias.
Agora tocam o terror, queimam pneus, destroem equipamentos públicos, impedem o livre trânsito nas cidades e agridem os cidadãos… Tudo em defesa de um ‘bem maior’, também conhecido como Lula”.

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