23 de maio de 2022
Lucia Sweet

Faz um ano…

Foto: Arquivo Google – Metrópole

Há um ano, quando tentaram matar o candidato que estava em primeiro lugar até nas pesquisas fake, mas que afirmavam que perderia de QUALQUER candidato no segundo turno, escrevi : “Silêncio total da parte dos eleitores (ELEITORES – não estou falando dos caciques nem dos candidatos) do Novo e do PSDB sobre o atentado a Bolsonaro. Sem falar no comentário totalmente inapropriado da múmia do Alvaro Dias. Como a esquerda é cúmplice não vou citá-la. Desculpem, mas eu estou perdendo o respeito que tinha por muita gente. Nessas horas as pessoas se revelam.”
Até hoje não sabemos quem mandou matar Jair Bolsonaro. Isso demonstra o grau de aparelhamento das instituições do Estado brasileiro pelas organizações criminosas. Sabemos apenas que Adelio Nispo foi filiado ao PSOL.
Em vez de apoiarem o que o novo governo já fez em oito meses, só ouço críticas ao que o Presidente fala de comunistas “intocáveis”, heróis do mundo” como o pai do presidente da OAB que teria sido executado pelos “companheiros” e que impede que se saiba quem pagou os advogados do Adelio Bispo.
Ou do pai da Michelle Bachelet, que queria transformar o Chile numa ditadura igual a Cuba. Bachelet que atacou a democracia do Brasil mas idolatra o genocida do Fidel Castro, que matou mais de cem mil cubanos.
Ou o que o Presidente Bolsonaro NÃO falou da mulher do Macron, que atacou a soberania brasileira. Ele só disse “não humilha”, porque acha a própria mulher mais bonita, que bom, não?
Mas colocarem a avó da Michelle Bolsonaro na capa da Veja por um crime que ela já pagou, pode. E ainda aplaudem.
Não noticiam todas as coisas boas, relevantes e eficazes que estão acontecendo. Pior, escondem as notícias.
E quem duvida e critica ferozmente junto com a esquerda, são os eleitores frustrados, os órfãos do Alckmin, do Amoedo, do Alvaro Dias. Sem falar da classe artística que mamava na Lei Rouanet e nos jornalistas que faziam “palestras” milionárias. Esses também não dão tréguas.
Bem que poderiam chorar na cama, que é lugar quente, como ensina o ditado.
Hipocrisia, teu nome é esquerda.

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Jornalista, fotógrafa e tradutora.

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