1 de julho de 2022
Colunistas Lucia Sweet

Marreco Macunaíma asqueroso

Imagem: Google Imagens – NotaTerapia

Disse, inacreditavelmente, que a decisão de anular as condenações do carniça, condenado por ele próprio na Lava Jato, estava correta.

Depois da eleição, foi procurar o Presidente Bolsonaro para se oferecer como ministro, já com o intuito de trair.

Um Cavalo de Troia globalista, desarmamentista, mentiroso, que agora incorporou também a pauta ambientalista. Nada fez para desvendar o caso Adélio.

Ninguém ignora que seria impossível o ex-psolista agir sozinho, um desempregado cheio de dinheiro, cartões internacionais, computadores, celulares, que viajava para cima e para baixo.

Apoiador do vendetta, calou-se quando até mulheres solitárias apanharam covardemente da polícia por não usarem máscaras, apesar de estarem sozinhas em praça pública.

Pela insignificância a que ele próprio se relegou, será o candidato da esquerda caviar e dos órfãos do FHC, Alckmin, dos amiguinhos do calcinha apertada, do Dudu milk, do velho Novo.

Desprezou e humilhou a afilhada de casamento, que o adorava.

Sem carisma, elitista, despreza o povo e os pobres. Só gosta de ricos e poderosos.

Mas, fez, fica: condenou o carniça que, junto com a sua turma, não haverá de perdoá-lo. Se cuida morno, você está se metendo com gente perigosa, que não costuma se esquecer e sabe que você condenou no Mensalão, mas arquivou no Banestado, um prejuízo de cerca de R$ 700 bilhões que os tucanos deram ao Brasil. Blindou também seu grande amigo Álvaro Dias, com o codinome de “Alicate”, na planilha da Odebrecht. Ou seja, a Lava Jato não foi contra a corrupção, mas uma briga entre membros de facções.

É um traíra com “biografia”.

E vamos ter de aturar esse bloguista dos Antagonistas. Haja paciência.

Por favor se você que está me lendo apoiar esse desclassificado, pode desfazer a nossa amizade, eu agradecerei penhorada.

A vida é curta e eu não tenho tempo a perder com quem é incapaz de ver a realidade como ela é.

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Jornalista, fotógrafa e tradutora.

1 Comentário

  • Enio Luiz Cirico 13 de novembro de 2021

    Muito bom e direto ao ponto. A memória é muito curta no Brasil.

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