23 de abril de 2024
Colunistas Ligia Cruz

Síndrome do rosto vazio

O mundo segue derrubando as armações encetadas pelos globalistas  e laboratórios,  durante o período de propagação da pandemia. E os reflexos nefastos dessa saga não param.

Os componentes das fórmulas seguem polemizando e fazendo muitos estragos na saúde dos vacinados, muitos dos quais passaram a apresentar  principalmente miocardite, pericardite, arritmias, intolerância a esforços físicos entre outros. Nada disso é fruto do trabalho de pesquisadores exclusivamente do Brasil, mas de estudos de sociedades médicas e científicas de todo o globo.

 Um deles é o americano dr. Peter MacCallough, cientista que tem como objeto avaliar os efeitos causados pela vacina baseada em mRNA. Em um grupo de pacientes estudados, 90% são homens, com idade media de 16,9 anos. Todos apresentaram problemas cardíacos após a vacinação.

Indo mais além, constatou-se que as vacinas das big-farmas, na verdade são terapias gênicas, porque a estrutura do mRNA é muito frágil para ser manipulada em laboratórios. Então, as pessoas receberam, na verdade, injeções  baseadas em genes que forçam células saudáveis a produzir uma proteína viral. Portanto, o que foi inoculado nas pessoas está longe de ser uma vacina e os efeitos colaterais estão pouco a pouco sendo mostrados.

 Além dos efeitos das falsas vacinas, a exploração midiática da pandemia gerou um outro tipo de problema: a “síndrome do rosto vazio”, resultado do pânico causado nas pessoas pelas incertezas e informações desencontradas, divulgadas sem nenhum respaldo científico pela mídia, a serviço dos governos e laboratórios.  Trata-se de um novo tipo de fobia que tem se manifestado nas pessoas,  que, simplesmente,  não conseguem mais viver sem as máscaras.

As encontramos nas ruas,  em parques,  supermercados e em todas as partes das cidades, sempre de máscaras. Se tornaram arredias à proximidade de outras pessoas, fecharam-se para contatos  e tornaram-se totalmente dependentes de pedaços de panos que lhes cubram as faces. Um tipo de “doença social” que grupos de médicos independentes vêm detectando e discutindo em seus fóruns.

No Brasil, as razões para a continuidade de restrições não oficiais são todas políticas, um modo de manipular de forma histriônica o comportamento de pessoas afetadas pelo medo. Isso para que o discurso contra os “genocidas” e “negacionistas” de direita cole na população e eles sejam responsabilizados  pelos índices de mortalidade no país, de 2019 para cá.

A trama  engendrada é tão diabólica que, algum dia, os livros de história contarão sobre os argumentos escusos usados para manipular os resultados das eleições presidenciais de 2022. Um capítulo de baixo nível sustentado pela corte suprema.

A mentira tramada é tão visceral que o atual presidente da república brasileira, alegou em evento público que “a Covid fez 700 milhões de vítimas no Brasil”, montante  três vezes maior que a própria população ativa do país.

Tão bizarra a inverdade que até mesmo a esquerda tupiniquim mais culta também  se envergonhou diante da falácia.  Tudo isso para manter as pessoas alienadas pelo medo, fóbicas e vulneráveis.

Nesses tempos de pandemia, surpreendentemente, nem mesmo de apendicite se morreu no Brasil. Nem mesmo de câncer, problemas respiratórios e de outros males. Como se o vírus da Covid invadisse os corpos e dissesse: “com licença,  saiam todos que o show agora é meu”.

Casos isolados de contágio em imunodeprimidos sempre ocorrem quando há um vírus à solta. E não há local mais fértil para contaminar-se do que  em consultórios e ambiente hospitalar. Num contexto pandêmico é como jogar álcool na brasa. Muitos casos de contágio surgiram assim.

Até se entender a dinâmica do vírus, suas mutações e efeitos nas pessoas imunodeprimidas, muita gente perdeu a vida, infelizmente.  Contudo, as verdadeiras razões dos óbitos nunca saberemos, pois os dados foram todos manipulados, para dar volume aos índices de mortes pela covid no país.

Para  justificar a continuidade da peça teatral da esquerda brasiliensis,  no tribunal de exceção da CPI da  “fraudemia”, os membros probos (sic) foram todos presenteados  com cargos efetivos no décimo quinto mandato do governo petista. E os que não tiveram “acertos diretos” estão alocados em autarquias e penduricalhos dos 37 ministérios criados (14 a mais do que na gestão anterior).

Está bom para você que trabalha e paga impostos enquanto essa gente ri na sua cara e faz festinha até para inaugurar placa? Os que continuam defendendo a catastrófica retórica pandêmica gostaram tanto de manipular através do medo e tornar as pessoas cativas de fobias, que largar o osso não é opção. É muito rentável.

 Então, segue a sanha mentirosa e o fracasso jurídico, ético e moral da nossa suprema corte, conivente e participante desse teatro copioso. Tudo isso alimentado na fervura tosca dos ativistas manipulados por grupos abrigados no poder, para incompatibilizar a candidatura do ex-presidente nas próximas eleições. Querem torná-lo inelegível e, preferencialmente, preso.

Por essa razão, estão tentando polemizar sobre a carteirinha de vacinação do presidente Bolsonaro e sua filha. Apelo tão medíocre que não se sustenta, a não ser pela suprema corte que abana o rabo para o “poder oculto” que defende, ajudando a disseminar  mentiras para os brasileiros .

Em redes sociais, ainda vemos  alguns médicos militantes de esquerda, presentes em alguns grupos fechados,  defendendo as tais vacinas e dizendo que também é necessária a dose da tal “trivalente”, em pessoas idosas. Sabe-se que as reações são adversas e podem ser danosas em pacientes com vários tipos de doenças.

As vacinas da Sars-cov 2 já foram interrompidas em muitos países, como na Suíça, recentemente, e não vai parar por aí. Pouco a pouco os governos terão que divulgar os fatos reais ao povo, pois não fazê-lo será o mesmo que manter as pessoas cativas pelo medo.

Nos Estados Unidos, por exemplo, berço dos “vacinistas” boquirrotos, a Pfizer já enfrenta questionamentos por parte dos cidadãos e sociedades científicas. E não estão livres de ocupar o banco dos réus em tribunais, assim que  comprovados os efeitos maléficos de suas injeções.   E vale o mesmo para a AstraZeneca e demais marcas. Todas tiveram lucros impressionantes às custas da disseminação do pânico nas pessoas.  

A explicação mais razoável para manter esse discurso de que “vacina boa é a que vai para o braço”, ironicamente, só pode ser a de que estão querendo abreviar a vida dos mais velhos, os principais alvos dessas campanhas nos governos. Fardos sociais improdutivos, incapazes de contribuir para com a taxa de natalidade e dependentes de aposentadorias e salários sociais. Hipótese  satânica, mas não de todo improvável em se tratando de gente sem caráter e insensível, capaz de eliminar problemas em grande escala. A história está cheia desses exemplos.

Que o diga o dr. Anthony Fauci, médico imunologista e ex- conselheiro chefe do presidente dos Estados Unidos, cujo prestígio caiu após constatadas suas idas e vindas ao laboratório de Wuhan, na China, de onde se supõe ter “escapado”, o vírus da covid. A “teoria da conspiração” passou a fazer sentido e ele imediatamente se aposentou. Triste fim de um médico brilhante picado pelo vírus da ganância. Jogou seu nome no esgoto de onde jamais sairá.

Que os laboratórios abram suas caixas de pandora e revelem os verdadeiros efeitos colaterais das substâncias contidas em seus imunizantes, para  que os danos possam ser revertidos, antes que seja tarde.

Ligia Maria Cruz

Jornalista, editora e assessora de imprensa. Especializada em transporte, logística e administração de crises na comunicação.

Jornalista, editora e assessora de imprensa. Especializada em transporte, logística e administração de crises na comunicação.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *