A velha imprensa e o Brasil

Imagem: Google Imagens – O Cafezinho

O que a grande imprensa do país está fazendo é uma escolha sem volta. Baseada no ranço ideológico, partiu para o lado pessoal com suas acusações ao presidente da República e seus familiares.

As últimas ações têm sido orquestradas, diariamente, junto aos senadores que lideram a jocosa CPI da pandemia.

Tão ridículas e mesquinhas, que dá vergonha pensar em eleição. Não há confidencialidade alguma na relação entre senadores e jornalistas, como se todos fossem amigos da infância.

O dados são “vazados” intencionalmente, no sentido de esvaziar a credibilidade de Jair Bolsonaro, mesmo carecendo de fundamentação e materialidade. O que vale é desgastar a imagem pública do presidente. Nunca se viu algo assim tão escancarado, nem mesmo nos tempos da ditadura. A imprensa alternativa da época não era tão miserável.

Nenhuma pauta positiva é levada em conta. Simplesmente não existe essa possibilidade com pauteiros e editores. A imprensa está tão viciada com as verbas públicas que foram doadas nas últimas décadas, que perdeu a vergonha. É o velho toma-lá-dá-cá.

Não existe inocência em nenhum dos lados. A presidência erra, erra feio em alimentar essa ciranda e recorrer ao vitimismo. Vamos parar de reclamar que isso acaba!

O linguajar na política é tão raso e torpe, que às vezes parece um bate-boca da ralé. Sem falar na demonstração de ignorância histórica total, nesse argumento repisado de genocídio.

Existe genocídio hoje em dia sim, não no Brasil, mas na China, no Iêmen entre regimes tribais africanos. Limpeza étnica e religiosa de fato. Quem se importa? Alguém se atreve a questionar Xi Jinping? Algum senador?

O Estadão, por exemplo, mudou o layout, numa tentativa de modernizar a imagem e cativar os leitores. Mas isso é suficiente? A linha editorial não difere dos outros jornalões.

O perfil conservador do passado foi abandonado como se representar esse filão da sociedade fosse um pecado. Falta de visão. Tornou-se mais do mesmo. Hoje tem muitas outras ferramentas e é nesse sentido que a imprensa deve seguir.

Se existe algo de bom nesse cenário todo, é a moralização nas relações entre governo e mídia.

A população não tem que pagar essa conta, definitivamente. Mesmo assim, essa imprensa que se curvou às relações escusas ainda alimenta a pauta internacional que desrespeita o país. Lamentável.

Quanto à velha política, passou a hora de modernizar todo o sistema. A começar pelos governantes populistas, patriarcais e mentirosos. O atual momento do país precisa de transparência e seriedade.

Sem isso, continuaremos no limbo à mercê dos piores.

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