Vamos à aulinha do dia sobre Política Internacional?

Alemanha no recorde de governo “transitório”: Merkel não é chanceler oficial!

A Alemanha nunca esteve por tanto tempo sem um governo definido. Não, dona Angela Merkel não é a chanceler. É “provisória” no cargo.

Não houve coalisão ainda! E ninguém quer fazer coalisão com o partido CDU, se for “ela” no poder.

O CDU, que já foi partido de oposição à esquerda. É, tudo denorex. Parece, mas não é. Papéis se inverteram. Putin, KGB, virou “tradicional”. E para ser bem sincera, se vc quiser colocá-lo à esquerda ou direita, fique à vontade. Porque a análise não é mais por aí…

E vejam que o governo radical fundamentalista iraniano atacou os americanos por promoverem o acirramento de ódio e a bagunça no Oriente Médio.

Grande verdade! Falam do apoio aos sunitas. Outra verdade. Sunitas que posam de “tolerantes”, mas nãããão são, não! E os curdos pagando o pato.

Huuuum, para ser sincera ainda não contei uma turma e outra, melhor então, não nos envolvermos muito. Mas que tal cada um no seu quadrado?

Incluindo brasileiros: ah, coloquem ordem na casa. Ou, se forem para o país alheio, morar na casa alheia, nada de viver em gueto.

Se o país for Portugal – fale o Português deles, viva a cultura deles, sem impor a sua. Você é certo na sua casa. E ainda assim, depende de onde mora! Visita, dança conforme a música que o dono da casa coloca pra tocar.

E agora dona Merkel?

Ela não consegue manipular mais nem os dados oficiais.

A porteira aberta para africanos – argelinos, marroquinos – cadê a turma da Síria? Os velhinhos, as criancinhas? Cadê?

A entrada da gentalha que joga o passaporte fora e diz que veio da guerra, a maioria vagabunda, e que os países de origem não querem de volta, gerou um aumento absurdo de criminalidade na Alemanha, Suíça e Áustria. As duas últimas fecharam as portas. Assim como o Leste europeu.

Quanto à Itália, prefiro nem tocar no assunto. Mas acho que a ocupante da chancelaria alemã tem saído à francesa nas férias na “Bota”.

Merkel caminha para o cadafalso…

Merkel tem o apoio do Partido Verde, a esquerdalha alucinada como ela é e nunca deixou de ser.

Merkel, ex- DDR, sempre quis uma surubona na vida. Totalmente pazza!

Não, não me coloque essa dona com valores sociais, distribuição de renda, sociedade como é hoje a Alemaha, a Suíça, a Áustria, e muitos outros países da Europa: Saúde, Educação, são públicas – apenas!

O Social já funciona. Se perder o emprego, o Estado te garante casa, comida, roupa lavada e te encaminha para cursos e empregos.

Detalhe: Não confunda com a mamata do funcionalismo público no Brasil com mordomias garantidas pagas pelo povo que não tem cidadania que a lei garante, mas os Poderes constituídos NÃO!

Merkel quer droga, quer um mundo sem valores, onde ela e uns poucos possam ficar na esbórnia. Ela não quer sociedade igualitária.

E os economistazinhos que ficam no Brasil separando: economia capitalista x economia socialista, deviam sumir do mapa junto com ela. Tapados e posando de superstar. São feitos da mesma matéria: a debilidade mental.

Merkel e o Die Grüne (o Partido Verde Alemao) são “esquerdalha”!

Esquerda é o Die Linke (A Esquerda tradicional) e com projeto definido sem “alucinações” e que não quer nem ver Merkel e os Verdes pela frente. E o eleitor que quiser vote neles. É proposta normal. Sem ficar chamando de fascista quem é oposição. Ou de nazista.

Ah, o SPD, cujo candidato do partido e presidente do mesmo, aquele que ocupava cargo bacana na União Europeia, anda envolvido numas coisas que fazem mal à Saúde, a do povo principalmente pode salvar Merkel.

Mas, a lama não fica só no “somos todos Mariana”. Se derramou, quem provocou a sujeira fica sujo com o eleitorado. E Martin Schultz se lascou, e vive situação semelhante à de Merkel.

Coligar ou não, eis a questão!

Porque as vantagens são grandes – aquelas pra comprar apoio – e disso sabemos bem. E não é que na Política tem treinador alemão de olhos nos nosso jogadores?

Só que vantagens aqui, mas derrocada final, ali, na urna.

O eleitor alemão ainda passa longe da urna eletrônica, e da incapacidade permanente de observar a Política como se as cartas estivessem na mesa.

Não, Política vai do xadrez ao teatro. Por trás dos panos, da cortina, ah, na coxia, o babado é outro.

Cai ou não cai, Dona Merdel?

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