Sei ou não sei, é essa a questão?

Será que as pessoas sabiam? Se sabiam davam de ombros. E chegamos até aqui.

Onde muitos teimam em não saber, outros fingem não saber esperando que alguém resolva a coisa ou que apareça uma “oportunidade para se dar bem”.

Um grupo inverte tudo o que os demais deveriam saber e tentam destruir aqueles que sabem porque eles podem fazer outros saberem também.

Ah, sabemos disso! Sabemos, sim!
O texto de 2015

Não me acostumo a nada disso. Muito menos me acostumo a essa sensação estranha e indescritível de perder pessoas que nunca deveriam ir. De não poder ouvir mais a voz delas, a risada, de olhar no fundo dos olhos, de abraçar e saber o que sentem, como vão.

Não me acostumo com a saudade que dá dessa gente que parte sem a permissão da gente.

Não me acostumo com nada disso. Muito menos com esse sofrimento que não tem jeito, porque ainda não descobriram a fórmula de poder despachar os intragáveis e imprestáveis no lugar dos que nos emprestam um tanto de sentimentos e sensações que nos acostumam à elevação do espírito, da grandeza da alma, da arte, da sabedoria e desses caminhos que costumeiramente todos deveriam trilhar e compartilhar.

E fica essa falta de costume na obrigação de se acostumar com o que não é nosso costume.

Quantas risadas e bons papos com jornalistas e artistas naquele restaurante do Mambert, nos Jardins, nao é Abujamra? Nos corredores da TV Cultura que em volta tinha um jardim.
Você esbanjava sabedoria com tanta alegria e simplicidade.

Esse último ato é pra encher os olhos de lágrimas e diante da cortina fechada, aplaudir e aplaudir pedindo bis: Volta Antonio. Volta para mais um ato.
E ficamos assim tão minúsculos…
E quantos “Antonios” perdemos de lá pra cá e que falta nos fazem…

Vejam o vídeo abaixo:

https://fb.watch/5c73RhXQdB/

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