Pulseira de Identificação Nazista?

O governador do Estado de Kärnten, Sul da Áustria, na região dos Alpes, determinou o uso de pulseiras na cor laranja para as pessoas que forem vacinadas.

Todo austríaco imunizado contra o Coronavírus receberia uma pulseira de silicone na cor amarela para a (segunda) vacinação.

O uso da pulseira é um sinal visível de identificação. E o objetivo seria incentivar outras pessoas.

”Qualquer vacinação contra o Corona é melhor do que nenhuma”, esclarece Kaiser.

Mas o numero de mortes e efeitos provocados pelas vacinas como a narcolepsia em jovens na Escandinávia e a taxa de mortalidade do Covid-19 nos níveis de uma gripe comum, de acordo com Boletim da própria OMS derrubam a narrativa do governador.

Como Goebbels : O governador da Caríntia, Peter Kaiser, quer pulseiras amarelas para identificar pessoas vacinadas.

Mas a indignação dos austríacos tomou proporções maiores. Eles ficaram furiosos com o tal “uso de “pulseiras”.

O motivo?

Durante o nazismo, os judeus foram obrigados a usar identificações. Distintivo com a estrela de seis pontas sob um fundo amarelo, ou braçadeira branca com a estrela de Davi em azul.

 

A deportação dos judeus para os campos de concentração começou um mês depois da obrigatoriedade do uso da estrela amarela: um estigma de exclusão da sociedade

A “identificação externa geral para judeus” foi proposta em maio de 1938 em um memorando sugerido por Joseph Goebbels.

De acordo com Goebbels, o rótulo tinha como objetivo isolar a minoria judaica para que eles não pudessem agir sem serem detectados durante a guerra como “bandidos e spoilers”.

Mas não apenas os judeus! Havia um tabela para identificar os tipos de prisioneiros nos campos de concentração.

O objetivo: tornar o inimigo interno visível.

Tabela de símbolos usada nos campos de concentração para definição dos diferentes tipos de prisioneiro (1938 a 1942).

No reverso da coisa, a ideia do governador austríaco é que aquele que não estiver identificado com pulseiras coloca os demais em risco. Logo, é um “inimigo da Saúde pública e da sociedade”.

Mas a casa caiu!

A reação do povo foi de tamanha indignação que o tal governador teve que pedir desculpas publicamente.

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