A enquete é do ano passado…

O Agripino agora investe no filhote, que já é líder da seita, digo, sigla no interior de SP. De onde veio o pai político João Dólar. Isso, o apelido carinhoso do pai desse Agripino governador era João Dólar. Tal pai, tal filho e tal neto. O mesmo com o rebento do que não usou uma das covas que mandou cavar e nem um daqueles caixões. Tudo muito chinfrim. Mas quem pagou o féretro? O povo? E não foi do trocinho que o elemento empacotou? Ah, assim não vale…

E como ficam as estatísticas?

Pois o filhinho do que passou dessa pra casa do… também será político. Já na pré-campanha para pré-prefeito de SP.

Quando vamos encerrar essas oligarquias, esse retorno esdrúxulo às “Capitanias Hereditárias”? Querem apagar a Cultura? Sério… Mas impondo escravidão aos moldes bem culturalmente desnecessários?

Tem prédio em SP em que estão exigindo dos moradores o uso do “tapa falta de sexo bucal ” dentro do caaaaarro… Mas permitem que os serviçais da limpeza se pendurem sem máscara para limpar janelas e parapeitos sem a menor segurança lá no alto, quase falando com São Pedro.

Então… É só pra lembrar…

Agripino, o minúsculo, além de manter a mansão no Jardim Europa, reside com segurança no Palácio dos Bandeirantes no Morumbi.

E com o séquito de jornalistas, os puxa-sacos de sempre, ali de plantão. Faz décadas que a imprensa tem salário no mínimo e quando chega a época de campanha ganha no caixa 2 em dólar. Compram carro e apartamento. Mas diante da situação em que essa turma enfiou o país, só o grupinho deles mantém o padrão.
Ainda assim, reduziram bastante pessoal. Ora, agora a mão de obra é cada vez mais barata. Com um salário básico venezuelano, 3 ou 4 dólares, pagam “repórter investigativo” do elenco onde o protagonista é o corrupto Roberto Jefferson, que não sei porque ainda não foi mandado de volta à cadeia para acabar de cumprir a devida pena… O sujeito apresenta carteira de jornalista – já que era sindicalista – mas ainda não aprendeu os jargões jornalísticos e nem aquela coisa que só quem é repórter sabe.

E nem precisa subir na privada para consertar o chuveiro da cela especial onde estava hospedado, já que cela comum tem buraco no chão e não tem chuveiro.

Ah, mas dá para pagar os repórteres globalistas. Aí é só mandar o “aviãozinho” trazer um tantinho disso e um bocadinho daquilo. Eles não se importam em fazer faxina, varrem, limpam o pó…

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