23 de maio de 2022
Joseph Agamol

O discurso de Bolsonaro na O.N.U. já nasce histórico


E, desde já, se alinha entre os grandes discursos do nosso tempo.
Altivo, porém não arrogante.
Humilde, sem ser subserviente.
Sereno, mas alerta.
Bolsonaro foi preciso e incisivo.
Sem medo, sem meias-palavras, sem tergiversar, contra aqueles que são os grandes adversários do nosso tempo – no Brasil e no mundo.
O ecoterrorismo.
O politicamente correto.
A caçada sem tréguas da qual são vítimas os cristãos espalhados pelo mundo.
A violência que dizima os brasileiros.
E a mãe e o pai de tudo isso: o socialismo.
Ao contrário dos discursos chapa-branca e café com leite característicos da O.N.U., feitos sob medida por e para ditaduras e seus seguidores, a fala de Bolsonaro marca posição.
Marca território.
E marca uma época.
Onde talvez o lado bom da Força esteja começando a reconquistar um pouco do terreno perdido.
Você pode ser oposição ou apoiar o governo.
Mas precisa reconhecer.
O discurso já nasce histórico.
Porque, a partir de sua fala grave na O.N.U., Bolsonaro deixa de ser só mais um presidente.
E apresenta-se ao mundo com o porte de um ESTADISTA.

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Professor e historiador como profissão - mas um cara que escreve com (o) paixão.

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