25 de julho de 2024
Colunistas Ilmar Penna Marinho

Regina Duarte, a grande esperança da Cultura Nacional

A novela Roque Santeiro atingiu os incríveis 74% de audiência, em 1985. Mais de 60 milhões de telespectadores. A TV Globo era um “padrão de qualidade”. Diferente da atual rede, em vertiginosa queda de audiência.
– Tô certo ou tô errado?
A “Viúva Porcina” interpretada pela atriz Regina Duarte respondia para delírio dos fãs, que a tinham agraciado com o titulo de “Namoradinha do Brasil” na telenovela Minha Doce Namorada, em 1971. Não parou de brilhar com sucesso em novelas, cinema e teatro.
Após a fulminante demissão do Secretário de Cultura, o Presidente convidou a vitoriosa atriz para ocupar o cargo. Sempre foi bolsonarista. Sempre representou com dignidade e representatividade a classe artística. A convidada deu o seu recado: “Vou, como sempre tenho feito, dar o meu melhor pela causa da nossa cultura”.
– Tá certo, Capitão!
Segundo a definição da UNESCO: “A cultura, em seu sentido mais amplo, é considerada o conjunto de traços distintivos, espirituais e materiais, intelectuais e emocionais, que caracterizam uma sociedade ou um grupo social”.
O incentivo governamental, ou seja, “o dinheiro dado pelo governo a artistas e projetos culturais”, por décadas, esteve sob direção do “grupo progressista” do Partido das Trevas, vulgo PT. Para se perpetuar no poder, o antigo Ministério da Cultura dispunha de um vantajoso orçamento, de modo a manipular o “conjunto” cultural e oferecer empregos, benesses e recursos aos “cumpanheiros”.
A má aplicação da Lei Rouanet nos 16 anos de lulismo consagrou o prestigioso instrumento como fundamental para a ascensão e o favorecimento da esquerda, que derrotada nas eleições de 2018, conspira contra o governo, saudosa das mamatas perdidas com a politização do fomento à cultura nacional.
O testemunho de Cristovam Buarque, ex-ministro de Educação de Lula, merece o respeito e a admiração dos brasileiros.
Antes do “”noivado” de Regina Duarte para assumir a Secretaria da Cultura, O GLOBO (19/01) publicou o desabafo do ex-senador: “Nós, como bloco, toleramos a corrupção” Recordou que foi um” erro grave” o PT cair na corrupção. E ressalvou publicamente: “Quando digo nós, não digo todos. Eu não caí”.
A nova Secretária da Cultura não “cairá”.
É a esperança de um vitorioso enfrentamento contra o ativismo político das ratazanas, escondidas nos escaninhos da burocracia e nas trevas da ideologização cultural…
Ilmar Penna Marinho Jr

Advogado da Petrobras, jornalista, Master of Compatível Law pela Georgetown University, Washington.

Advogado da Petrobras, jornalista, Master of Compatível Law pela Georgetown University, Washington.

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