5 de março de 2024
Carlos Eduardo Leão Colunistas

A bandana do Padre Kelmon

Não foi à toa a presença daquele padre no Debate. Foi mais um nítido sinal compreendido pelos crentes em Deus.

Tô saindo pra comprar aquela sua bandana, Padre Kelmon. Vou usá-la amanhã junto com a camisa da seleção com orgulho renovado e a alma lavada e enxaguada no seu patriotismo corajoso, transparente e lúcido que tanto emocionou a nação durante aquele circo, muito mais para um “Caldeirão do Bonner” do que para um “Debate Presidencial”.

É a força arrebatadora da verdade! Ela é invariavelmente impiedosa quando dita em alto e bom som aos enganadores, aos mentirosos e, sobretudo, aos ímpios! A verdade tem efeito paralisante. Desconcerta o inimigo e desestrutura suas táticas ardilosas e hipócritas.

A sua verdade, caro Padre, a mesma do PR e firmemente alicerçada no nosso “João 8:32”, desmontou toda uma estratégia montada pela Globo para implodir Bolsonaro, deixou Bonner na maior saia justa, desnorteou o gatuno perdoado, atarantou o cangaceiro, amedrontou o professor de ilusão e descompassou aquelas senadoras que, cutucadas por sua sutil provocação, reviveram os melhores momentos daquela ANTAlógica presidenta.

Chamar, ao vivo, o gatuno de mentiroso, cínico, enganador, questioná-lo sobre a razão dele estar ali como candidato após tantas condenações transitadas em julgado, acendeu um misto de inveja e, ao mesmo tempo, orgulho em milhões de brasileiros que gostariam de estar em seu lugar disparando estas verdades entaladas nas suas gargantas patrióticas.

Parabéns por dar chance àquelas duas inexpressivas figurantes dispararem afirmações hilárias e surreais como, entre outras, os “130 milhões de órfãos deixados pelo micróbio chinês” e as “3 mil árvores derrubadas na Amazônia em cada minuto daquele debate”. Perdoe-as pelas agressões. Ser padre de festa junina não é de todo mal. Pior é você ter que ir pro inferno por não ter dado extrema-unção às vítimas da doença de Wuhan. Na realidade, caro Kelmon, leio nas entrelinhas destes impropérios uma disputa velada entre ambas que vai além do Planalto, ou seja, “quem chegar por último é a mulher do Padre”.

Concluo, torcendo para que o seu exemplo de patriotismo, meu bom amigo, sirva de inspiração aos corações e mentes do povo brasileiro. Ato contínuo ao ser chamado de impostor pelo gatuno, aumentou nosso asco pela intolerância aos cristãos demonstrada pela esquerda inconformada que tem feito os mais impensáveis malabarismos pela volta ao poder.

Despeço-me exaltando o maior privilégio do homem livre: o voto correto! Votar em Bolsonaro significa não apenas a manutenção desse privilégio mas a defesa intransigente da liberdade, latu sensu. Significa, em nome de Deus, a consolidação da família, pátria e religião, as mais sagradas instituições da humanidade livre. Significa a confirmação irreversível do patriotismo na alma do brasileiro de bem. Significa a perpetuação dos valores ortodoxos que regem uma sociedade em paz que, certamente, por nada nesse mundo abrirá mão dessa prerrogativa.

Significa, sobretudo, nosso amadurecimento como povo e nação que jamais deixarão ser novamente enganados, ludibriados ou fraudados!

Que Deus nos ilumine e nos inspire naquele máximo momento pátrio em que o nosso indicador DIREITO encostar na tecla CONFIRMA.

Carlos Eduardo Leão

Cirurgião Plástico em BH e Cronista do Blog do Leão

Cirurgião Plástico em BH e Cronista do Blog do Leão

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