20 de maio de 2024
Yvonne Dimanche

O mistério dos banheiros femininos

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Queridos leitores, espero que tenham curtido bastante as festas de fim de ano. Na realidade nada muda, né? Mas é gostoso saber que o ano novo pode ser melhor. Bom, depois de um período com colunas chatas, quase depressivas, resolvi escrever algo diferente. Antecipadamente peço desculpas a quem a achar quase escatológica.

Um grande amigo meu, em uma coluna maravilhosa, comentou como ele seria, caso tivesse nascido mulher. Foi muito engraçado e em um determinado momento ele citou os banheiros femininos e seus mistérios. Fiquei de dizer como são e vou lançar mão do Boletim.

Quando jovens na fase da paquera no primeiro encontro, as moças costumam ir ao banheiro em dupla. Não é insegurança, nada disso, é apenas para falarem sobre os mancebos. Certa vez saí com um rapaz pela primeira vez e ele teve a pachorra de levar um amigo que por sua vez também convidou uma moça também que não era namorada. Isso é coisa que se faça? Praticamente quatro estranhos na mesa.

Até aí tudo bem, só que os rapazes eram dois babacas que só falaram asneiras, uma atrás da outra. Piadas sem graça, tudo sem graça. Uma meia hora depois, a menina me chamou para ir ao banheiro, lá fui eu com ela. Lá dentro ela me perguntou se eu estava gostando do encontro, respondi que estava odiando. Saímos do banheiro de fininho e fomos para outro barzinho. Os caras devem estar se perguntando até hoje o que foi que aconteceu. Essa menina virou amiga de cara. Já as mulheres que têm namorados firmes ou casadas normalmente vão sozinhas ao banheiro.

Até aí, nada de mais, mas há algo que me intriga: deve ter alguma coisa muito especial naquele reservado que faz com que as mulheres se sintam muito felizes, pois o tempo médio delas lá dentro é de cinco minutos. Sim, todo esse tempo para fazer um singelo xixi.

Há algo mágico naquele local que eu, com o meu tempo de vida, não descobri o que seria. Elas não se tocam e não têm o menor respeito pelas mulheres que estão lá fora se contorcendo de vontade de fazer xixi. Mulher é fogo, para não dizer outro nome impróprio. No entanto, quando ela é legal, sempre tem um papinho gostoso de uns minutinhos enquanto lavamos as mãos ou retocamos maquiagem.

Enfim, é um reduto que serve para muitos propósitos, um universo à parte, proibido aos homens não pelas razões óbvias e sim porque lá conversamos, nos maquiamos, consertamos alguma coisa que esteja errada com a roupa e podemos falar mal ou elogiar os homens.

Um lindo final de semana para todos e até o próximo Boletim.

bruno

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