Separação por gênero nas eleições americanas

A divertida separação – por gênero – dos votos na eleição americana me trouxe à lembrança um fato curioso.
Nos anos 80, em plena escalada do feminismo, o livro ‘Os machões não dançam’ de autoria do durão Norman Mailer, publicado em
1984, foi na ocasião o livro preferido entre as minhas amigas.
No correr desses anos, com a normatização de centenas de gêneros, as relações afetivas entre homens e mulheres se tornaram alegóricas.
Alegóricas a ponto da grande imprensa eleger uma jovem ativista como ‘guru’ dos bons modos ecológicos e,sobretudo, bússola moral do ‘novo homem’ do século XXI.
Os machões dançaram?
Não me interessei pela campanha e pelo resultado da eleição americana.
Mas, a adolescente Greta Thunberg – guru da grande mídia e a própria imprensa se interessaram pelo ‘separatismo’ eleitoral pelo viés do gênero.
O significado político dessa ‘ideia’ me parece totalmente estúpido.
Tão estúpido quanto a declaração da guru adolescente que a imprensa repercutiu.
Greta mandou Donald Trump ‘relaxar’ ​​e ‘trabalhar no controle de sua raiva’

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2 Comentários

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    Roberto Machado , 7 de novembro de 2020 @ 11:28

    O quê tem o Vaticano a ver com o artigo?

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    Rachel Alkabes , 8 de novembro de 2020 @ 00:01

    O título anunciado não é desse texto, certo? Alguém se enganou…. acontece…

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