A eleição americana de 2016, gerou diversas suspeitas de influência estrangeira

À parte a velha tendência da grande imprensa de ser mais generosa com os candidatos ‘queridinhos’, as redes sociais também entraram no jogo eleitoral de forma pesada.

Foto: Google – Medium
Na intenção otimista de neutralizar possíveis danos às suas imagens na eleição que se aproxima, na quarta feira(12) os gigantes da comunicação digital, Twitter,Google e Facebook reuniram-se para adotar alguns parâmetros comuns de modo a evitar a repetição da campanha de 2016, “que foi prejudicada pela intromissão estrangeira e destacou o quão lamentavelmente despreparadas estavam as empresas de mídia social a um ataque à democracia dos EUA”.

Ainda,segundo a CNN: ” apesar de todos os seus esforços para caçar operações de influência estrangeira visando a corrida de 2020, as plataformas de tecnologia ainda estão descobrindo como lidar com o que pode ser a maior variável da eleição: o próprio presidente Donald Trump.
Plataformas como Twitter e Facebook divergiram publicamente sobre como lidar com as alegações polêmicas de Trump no passado(…)
O debate levou a Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura a alertar que “vozes políticas partidárias” correm o risco de tornar o voto por correspondência vulnerável a campanhas de desinformação e confusão prejudiciais em um momento em que um número recorde de eleitores pode recorrer a esta opção devido à pandemia.
A agência disse que os eleitores devem confiar nas autoridades estaduais e locais para obter informações de votação precisas.”

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