29 de maio de 2026
Silvia Gabas

Apelo à frágil Direita brasileira

“Ver duro e cru, em si e nos outro, para ser capaz de ver justo e bom.” Nietzsche.

A reação histérica, implacável, debochada, destrutiva, de todo o jorinalismo brasileiro diante da foto que mostra o pré-candidato Flávio ao lado do presidente americano Donald Trump no Salão Oval da Casa Branca, diz muito a respeito da verdadeira guerra que está sendo travada no mundo da política brasileira, e ela é muito maior do que se poderia pensar, sinalizando que para a midia brasileira só há um lugar a ser ocupado por qualquer um que tente se contrapor ao Sistema que elegeu Lula e caterva como seu amo e senhor:

o da destruição completa, a morte, o caixão e o túmulo final.

O jornalismo está nu e a mensagem que ele reverberou é essa:

Destruiremos com artilharia pesada e ódio colossal todo aquele que ousar retirar Lula do poder, esse que é tratado com toda condescendência e mesuras, enquanto o chicote é destinado àqueles a quem consideram como cidadãos de segunda classe que não merecem pisar o chão onde eles mesmos pisam.

Resta provado, diante do que nos mostrou no dia de ontem a avalanche de falas amargas, ressentidas, agressivas, chorosas, agressivas, implacáveis vindas da mídia falada e escrita, que o jornalismo sério e imparcial já não existe mais entre nós, mas sim um verdadeiro exército a serviço da esquerda nacional que não mais se preocupa, nem mais consegue esconder sua preferência, sua simpatia e sua militância em torno de uma só vertente política, o que soa mais do que vergonhoso – como realmente se mostrou – como verdadeiro símbolo de que não há mais a menor possibilidade de levar a sério ou como meio de obtenção de informação confiável, de análise isenta, essa militância corrosiva que ocupa no momento histórico as redações de jornais e tevês brasileiras.

Entendam, portanto, de uma vez por todas:

Se Flávio não é o candidato dos sonhos, idealizado, à parte do mundo corrupto de Brasilia, é o candidato da realidade atual, é o que temos como candidatura possível.

Jogar o bebê fora junto com a água do banho não me parece uma ideia inteligente, própria de quem sabe que terá que sujar as mãos se o objetivo maior é o de derrubar lula e sua turma do poder.

Eles, sabemos, não arredam o pé no seu propósito de permanecer no mando até o infinito, se assim possível for.

Já a Direita, que se vê como uma vestal impoluta – e essa é verdadeira ilusão, em vista do mundo podre em que vivemos – desiste ingênua e burramente a cada mínimo sinal de pecado que lhe parece indecoroso demais para que consigam prosseguir nessa nossa dura caminhada para retirar a cambada que está instalada no poder desde a chegada de Lula ao poder, no fatídico ano de 2002.

Se Flávio, errou – e errou – em não divulgar seu relacionamento com o banqueiro estelionatário, não se esqueçam de que meia República assim o fez, incluindo aí o candidato Lula, que com ele se reuniu fora da agenda e o aconselhou em questões financeiras ao lado de Galípolo, o diretor do Banco Central, com a mídia falando a esse respeito de maneira rápida e já esquecida, enquanto para o candidato Flávio todas as forças da República foram e continuarão a ser utilizadas para triturá-lo em mil pedações e retirá-lo o mais rápido possível do jogo.

Assim continuarão agindo todas as forças da Esquerda durante todo o ano de 2026 até as eleições de Outubro, fuçando, escarafuchando,, acionando os amigos encrustrados na mais alta corte, Receita Federal, Polícia Federal, PGR, todos de mãos dadas com o objetivo obsessivo de fazer picadinho do candidato da Direita, preservando de maneira desproporcional seu amado meliante.

Você está disposto a enfrentar esses demônios todos, ou continuará a aguardar um anjo caído do céu como candidato para chamar de seu?

Não carimbe o merecido sinal de idiota na testa.

Não seja vencido pelo jogo do oponente político, que tem à frente, carregando a bandeira, a militância do falecido jornalismo brasileiro.

Mostre ao menos uma vez na vida que está disposto a trancar a porta e impedir a entrada dos bárbaros, nem que seja por simples birra cívica.

Prossigamos.

Silvia Gabas

Com formação em Direito e Serviço Social, leitora compulsiva, com olhar atento para as grandes questões do mundo, dando sua contribuição através de textos publicados nas suas redes e sociais e na revista Stampa, entre outros veículos de comunicação.

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Com formação em Direito e Serviço Social, leitora compulsiva, com olhar atento para as grandes questões do mundo, dando sua contribuição através de textos publicados nas suas redes e sociais e na revista Stampa, entre outros veículos de comunicação.

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