
Quando o ex-presidiário Luiz Inácio Lula da Silva, condenado por corrupção ativa e passiva, foi solto, tudo foi muito bem urdido para que ele voltasse a comandar a nação com sua “política de vingança”.
Haveria perseguições políticas pela vindita do seu aprisionamento na Papuda.
Em novembro de 2025, após o incêndio, a COP30 prosseguiu fracassada, sem a presença do seu anfitrião e sem o consenso de ações contra o aquecimento global.
Lula abandonou várias vezes a COP3O por viagens dispendiosas para o exterior.
Participou da cúpula do CELAR, na Colômbia, onde Trump, ameaçou invadir a Venezuela com o maior porta-aviões do mundo.
Viajou para a África do Sul para participar incógnito da Cúpula de Líderes do G20.
Com a gastança liberada, tornou-se um turista recordista com 159 de viagens internacionais.
Em visitas a 80 países, não conseguiu ampliar o comércio exterior, em favor do Brasil.
Nunca cumpriu as “30 promessas da campanha eleitoral”, de 2022.
Nunca agendou data para se dedicar à melhoria da educação básica, ao combate da fome da pobreza e ao acesso à moradia e a outras tantas prioridades sociais.
Num desgoverno, combalido pela alta inflação e por estratosféricos juros, Lula delongou-se em encaminhar ao Legislativo o “Projeto Anti-facção” (ou da Segurança Nacional), ainda pendente da aprovação congressual.
Com a direita se fortalecendo, o ex-presidiário clama pela mobilização da esquerda contra o seu maior adversário eleitoral: Jair Bolsonaro.
As rigorosas restrições e humilhações no confinamento domiciliar do ex-Presidente da República são firmemente acionadas e vigiadas pelo Supremo Perseguidor que, com seus malabarismos jurídicos, pretende encarcerar o inimigo-mor do lulismo na Papuda, após ele ter cometido a insana violação da sua tornozeleira eletrônica.
Há de se aguardar os desdobramentos da política da vingança e da reação popular, antes que o Brasil afunde no retrocesso.
Que Deus proteja o povo brasileiro da vergonha da ditadura de camisa vermelha.

