
Não há dúvidas de que o atual mandatário do país, Lula do PT, é um coquetel de revanchismo, ódio, rancor, perseguição e ataques constantes ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que mesmo inelegível por conta de uma manobra do TSE ainda amedronta o petista e seus aliados esquerdistas.
Lula precisa entender que, mesmo tendo sido eleito por uma diferença mínima de votos, 50,9% contra 49,1% (diferença de 1,8%), ele não é o presidente dos militantes Lulopetistas e nem da esquerda reacionária, mas sim de uma população estimada em aproximadamente 219,6 milhões de brasileiros e portanto tem o dever e a obrigação de agir com imparcialidade e saber separar seu CPF do CNPJ que representa.
Revanchismo escancarado
Segundo o jornalista Cláudio Humberto, colunista do Diário do poder, desde que Lula assumiu a presidência, deixou de visitar cinco estados brasileiros em compromissos oficiais, todos liderados por governadores de oposição.
Entre os estados estão:
Acre (Gladson Cameli, PP), Goiás (Ronaldo Caiado, União Brasil), Rondônia (Marcos Rocha, União Brasil), Santa Catarina (Jorginho Mello, PL) e Tocantins (Wanderlei Barbosa, Republicanos). Minas Gerais, governado pelo oposicionista Romeu Zema (Novo), também foi deixado
de lado por Lula em 2023, com a única visita ocorrendo em fevereiro.
Em 2024, Lula ainda não visitou Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Roraima e Sergipe.
Cabo eleitoral
O estado mais visitado pelo Lulopetista é São Paulo, capital e cidades onde ele se transformou em cabo eleitoral da extrema-esquerda, com vistas às eleições municipais do dia 06 de outubro e até no Nordeste, Alagoas, foi visitada só uma única vez em maio desse ano governado por seu aliado Paulo Dantas (MDB), durante um comício fora de época no interior.

