A história de Fernando Santa Cruz

Essa balela que os presos dos governos militares lutavam pela democracia já foi negada até por eles, mesmos, Gabeira, Eduardo Jorge, entre outros.

Foto: Google – Instituto Lula

Quem não viveu essa época e sequer, lê livros independentes sobre o tema, deveria, por bom senso, se calar e não repetir asneiras.

Mataram mais de 130 militares, entre outros. Promoviam sequestros e assaltos a bancos, tudo, fortemente armados… quem fornecia as armas, queridos? E matava a sangue-frio, inclusive, seus pares, como o pai desse famigerado PR da OAB.

Por que digo isso?

No dia do seu desaparecimento, ele recebeu um chamado do seu grupo terrorista, a comparecer a casa de Eduardo Coolier, em SP, para uma reunião de emergência. Com a ressalva que fosse sozinho, sem sua mulher, que sabia de tudo que acontecia. Daí, em diante, ele nunca mais foi visto. Sua mulher, que, com a demora do retorno, foi a delegacia e deu queixa sobre o desaparecimento do marido, Fernando Santa Cruz, contou sobre a reunião e deu o paradeiro. Logo após, agentes do Doicod, chegaram ao local e verificaram que o aparelho estava vazio, ninguém la, exceto, Eduardo Coolier, o proprietário.

Interrogaram o porteiro, que testemunhou que viu Fernando entrando no prédio, mas, não o vira saindo.

Como Fernando nunca mais apareceu após sua convocação por seus pares. Como o porteiro o vira entrando e não saindo. Como os agentes do Doicod chegaram ao aparelho, após a denuncia da mulher de Fernando, por óbvio, se conclui, que não foram estes que o levaram.

Esses documentos que a esquerda apresenta como prova que ele foi morto por agentes da repressão, foram outorgados pela tal comissão da verdade, criada por Dilma Rousseff e tutelada por revanchistas da guerrilha. Nunca se propuseram ouvir o outro lado e as suas vítimas. Como tal, assim agem até os dias de hoje, inescrupulosamente e sem o menor compromisso com o Brasil e a verdade.

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