A politização do Coronavírus e a angustiante quarentena

Chega-se à preocupante quinta semana da quarentena contra o Coronavírus no Brasil.

“- Qualquer crítica de que houve demora no programa eu considero oportunismo político.”. – afirmou veemente o Ministro da Economia, Paulo Guedes, na liberação dos R$880 bilhões para atenuar os efeitos da socioeconômicos da pandemia.

Em países desenvolvidos, cuja a melhor referência o vídeo histórico da Rainha Elisabeth, combate-se a pandemia pela união e pela solidariedade. No Brasil, a guerra não é contra o COVID-19 e sim uma guerra imoral em busca do poder dos oportunistas de plantão.

Não dá para entender: usa-se a disseminação do vírus como arma política para a desunião federativa e institucional nesses momentos de aflição e vulnerabilidade nacional.

A começar pela Rede Globo, que, sem ética jornalística e limites, na abusiva condição de concessionária, atua como um partido político de oposição ao Presidente Bolsonaro, democraticamente eleito e que, em pesquisa do Datafolha, “59% dos brasileiros” rejeitaram a renúncia do mandato.

A Midiavírus popularizou o confinamento social com o chavão de “SALVARVIDAS”.

O radical repúdio da TV Globo ao sensato “retorno gradual ao trabalho” não foi por vocação sanitária. Foi uma midiática estratégia para capturar um público confinado, que a rejeitava, e que agora passa horas a fio na telinha das mentira e das reprises de novelas.

O “#FiqueEmCasa” introduziu rotinas desafiadoras para recriar novos hábitos que pudessem amenizar o asfixiante isolamento social. com o seu desesperador desafio emocional para os que não se conformam em viver com as escolas e o comércio fechado, com as privações do ir e vir e não se adaptam ao modernismo do sistema do home office.

Nos ensinou a investir prazerosamente em “práticas antigas”, como apreciar boas leituras, explorar cursos e terapia online, como dedicar mais tempo de qualidade aos filhos, a atividades manuais, a visitar museus online e a ver filmes em família.

Na angustiante realidade, ganharam força os “gestos de ternura, carinho, compaixão, gestos mínimos que frequentemente se perdem na rotina de cada dia”, nas palavras do Papa Francisco, que abriu, timidamente, os cofres do Vaticano, para doar apenas 30 respiradores vitais.

A prisão domiciliar, sem tornozeleira, cumpriu com medo os protocolos de higienização.

Positivamente, a pandemia fez regredir a poluição do ar e a concentração de dióxido de carbono. Provou ao mundo ser possível melhorar a qualidade de vida nas cidades. Basta os países se unirem na conquista de mais benefícios para a humanidade.

Sabemos, porém, que as férias forçadas têm um alto preço. A cobrança da quarentena já se antecipa ao preocupante “day after”. Não há como prorrogá-las indefinidamente.

Com toda cautela, evitando-se o repique da doença, chegou a hora de se planejar a volta ao trabalho, sob pena de quebrar o país e de jogar milhões de brasileiros na fome e miséria.

É hora de se enfrentar a assustadora realidade econômica, antes de ser tarde demais…

Apesar da canalhada política e da mídiavírus torcerem contra, venceremos TODOS unidos a 3ª Guerra Mundial contra o coronavírus.

Reconstruiremos o país com esperança e patriotismo.

Colocaremos atrás das grades os criminosos soltos que conspiraram contra nossa robusta democracia, avessa à volta da corrupção e da impunidade.

Tenhamos fé no Brasil verde amarelo com Deus no coração.

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