Dou-lhe uma, dou-lhe duas…



 
Apesar da chiadeira dos partidos de oposição, finalmente alguém, no caso o presidente Temer, descobriu que o governo não tem de ser empresário, e resolveu se livrar de um monte de estatais que oneram, e em muito, os cofres da União. Uma delas é a Casa da Moeda. (Essa até eu queria comprar. Quando a gerente do banco liga pra dizer que o saldo está negativo, é só pedir pra ela esperar pela próxima fornada). Mas isso só vai acontecer no ano que vem.
A primeira venda da lista é a Eletrobras, a companhia energética, que já está quase sem energia para sobreviver, graças ao grande feito da ex-presidenta Dilma, que em 2013 quis acenar com o chapéu dos outros, e concedeu um corte de custo em 18% para a população e de até 32% para as indústrias.
Ela viu nessa atitude, a luz no fim do túnel para iluminar a sua imagem já desgastada naquela época. Só não viu o apagão financeiro que a empresa iria sofrer alguns anos depois. Essa medida causou perdas bilionárias para a empresa, que só conseguiu sair do buraco escuro no ano passado. O povo também sentiu isso na carne, ou melhor, no bolso, já que a provedora de energia teve de praticar aumentos meio que abusivos pra tentar sobreviver.
Dilma achou que uma empresa desse porte podia ser tratada como a lojinha de R$ 1,99 que teve lá no Rio Grande do Sul. Se quebrar, quebrou! E foi exatamente isso o que aconteceu com sua loja de bugigangas panamenhas, a Pão & Circo. Quebrou! Depois disso, ela descobriu que nem só de pão e circo vive a mulher, então partiu para a política. E para a tristeza geral da nação, no período em que exerceu a função, provou que só entende de circo, deixando o país quase que na mesma situação da sua lojinha de tranqueiras.
E agora, a “experiente” empresária vem dar pitacos sobre a venda da Eletrobras: “a privatização ameaça a segurança energética do país e pode gerar uma conta estratosférica ao consumidor”. Diante dessas declarações, respiramos aliviados! Se ela tem essa opinião, é porque o governo está no caminho certo. A venda das ações ordinárias (deve ter recebido esse nome depois que a então presidenta meteu o bedelho na empresa), pode trazer uma graninha boa ao governo, algo em torno dos 20 bilhões, como espera o Ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho.
E aproveitando a temporada de liquidações, bem que o governo podia vender todas as casas e apartamentos funcionais destinados aos políticos. Se nós que ganhamos pouco pagamos aluguel, porque eles que ganham muito, não podem pagar? Seria um bom passo para começar o processo de “limpeza política” do país! Sem mordomias, só se candidatariam os que pensam no bem do Brasil, e não os que pensam no seu próprio bem estar!
Vam’bora, bater o martelo!

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