3 de fevereiro de 2026
Professor Taciano

Governo Lula 3: gastos extravagantes e Salário mínimo de miséria

Olá caríssimos,

Enquanto o brasileiro comum faz malabarismo para fechar as contas do mês, o governo Lula 3 insiste em vender a narrativa de compromisso social. Na prática, porém, o que se vê é um profundo abismo entre o discurso oficial e a realidade que pesa no bolso de quem vive do salário mínimo.

O Diário Oficial da União publicou nesta quarta-feira o decreto, assinado pelo presidente Lula, que reajusta o salário mínimo para 2026. Com um reajuste de 6,79%, o piso nacional passará de R$ 1.518 para R$ 1.621, um aumento nominal de R$ 103. O valor diário do salário mínimo corresponderá a R$ 54,04, e o valor horário, a R$ 7,37.

Além dos trabalhadores que, por contrato, recebem um salário mínimo ou múltiplos desse valor, o piso serve de referência para aposentados, pensionistas e beneficiários de programas sociais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Apesar do anúncio oficial, o chamado “novo salário mínimo” continua sendo nanico diante do custo de vida real. O reajuste não cobre dignamente alimentação, aluguel, transporte, energia, água e medicamentos, tampouco permite qualquer perspectiva de poupança ou ascensão social.

Para milhões de brasileiros, o mínimo segue sendo sinônimo de sobrevivência, não de dignidade.

Em contraste gritante, o governo parece não conhecer limites quando o assunto é gastar. Viagens internacionais, comitivas inchadas, eventos caros, jantares sofisticados e uma máquina pública cada vez mais pesada expõem uma gestão que pratica austeridade apenas no discurso. A imagem do poder esbanjando enquanto o povo aperta o cinto tornou-se um símbolo do Lula 3.

A contradição é evidente: pede-se sacrifício ao cidadão comum, mas não há exemplo vindo de cima. O Estado cobra impostos elevados, penaliza o consumo e devolve pouco em serviços públicos de qualidade. O salário mínimo, que deveria ser um instrumento efetivo de justiça social, acaba funcionando como peça de propaganda política, incapaz de acompanhar a inflação real e a perda contínua do poder de compra.

Mais grave ainda é o silêncio de setores que se dizem defensores dos mais pobres, mas relativizam a gastança oficial. A desigualdade não se combate com retórica, slogans ou decretos festivos; combate-se com responsabilidade fiscal, respeito ao dinheiro público e prioridade concreta para quem mais precisa.

O Brasil vive um momento em que o contraste entre o “mínimo” do povo e o “máximo” do governo nunca foi tão evidente. Um salário mínimo nanico diante de um governo de gastos gigantescos não é apenas incoerência — é o retrato de uma gestão desconectada da realidade da maioria dos brasileiros.

Por fim, Se Lula é intitulado pelos militantes e eleitores petistas, o “pai dos pobres”, então virou padrasto com esse salário mínimo de miséria que acaba se decretar.

Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade do Estado da Bahia (1987)-UNEB e graduação em bacharelado em administração de empresa - FACAPE pela FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS DE PETROLINA (1985). Pós-Graduado em PSICOPEDAGOGIA INSTITUCIONAL. Licenciatura em Matemática pela UNIVASF - Universidade Federal do São Francisco . Atualmente é proprietário e redator - chefe do blog o ProfessorTM

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