Imagine voltarmos aos bons tempos

Como sinto falta de quem pensa, reflete, questiona.

Que falta faz a irreverência daqueles que ousam discordar e se apresentar como tal o são e se sentem.

Como me faz falta aquele mundo onde se buscava a diferença, apenas, pelo simples fatos, que somos cada um diferente mesmo do outro.

Não olhávamos espelhos e sim para dentro de nossos humores e dissabores.

Que azia me dá essas pessoas que leem o manual disso ou daquilo, só para não se sentirem descartadas ou tiradas como demodê.

Essa turma que teme o ridículo, de serem acusadas de originais e autênticas.

Que dor me traz a falta da verdade e da honestidade de nos olharmos e dizermos o que pensamos, seja para o bem ou para o mal.

Que nostalgia me traz a lembrança de bater a porta de um vizinho, chama-lo pelo nome, e lhe pedir um favor sem medo de uma negativa ou de se achar um intruso. L

embro como andava pelas ruas, ruas sem grades, sem interfones, ruas sem medo. ruas, aonde vivíamos nossas experiências da infância, da adolescência e sobretudo, do nosso ingresso no mundo dos adultos.

Ali, somente ali, nas ruas, podíamos sacar esse passaporte para a vida, e, ali, vivíamos os sonhos, os pesadelos, as frustrações ou coroações. Ali, submergíamos, naufragávamos, mas, também, retornávamos à tona, renovados, vividos e experientes.

Take a walk in the wild side of the street.
Take a view on the dark side of the moon.
Be happy or not, but be your self.
No more selfies but a really self.
Make a peace not war…    ( em qualquer instância, em qualquer tempo, em qualquer fórum ou foro. principalmente, no seu foro íntimo ).
Stairway to haven!!!

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