23 de maio de 2022
Lucia Sweet

Enquanto a extrema esquerda urubulina atira pedras no Governo Bolsonaro, o governo trabalha


A União Europeia e o Mercosul acabam de assinar o tão esperado acordo comercial, importantíssimo!!! Estava encruado há anos!!”
Tem um ditado em hebraico que diz que só se atira pedras em árvores que dão frutos!!!
Bravo Presidente!!! Cada vez mais conte com a minha aprovação ao seu governo.
E como é possível que esses institutos que fazem pesquisas de opinião fajutas ainda não tenham sido fechados? Afinal estatística é uma ciência precisa: 2 pontos a mais ou 2 pontos a menos de variação. Devem estar fazendo as pesquisas com os filiados do PSOL, PT, PCdoB, PDT, PSB, PSDB, Centrão et caterva. Os Inconformados rsrsrs.
O povo apoia Jair Bolsonaro.
O presidente Bolsonaro conseguiu em seis meses o que os outros governos não conseguiram desde 1999: o acordo com a União Europeia. Parabéns, posto Ipiranga, ministro Guedes, parabéns ministra Tereza Cristina e parabéns chanceler Ernesto Araújo!!!
E a extrema imprensa que só sabe mentir — antes mentia para falar bem e agora mente para falar mal — tem a desfaçatez de dizer que nem plano este governo tem, o mais democrático e competente da História do Brasil.
Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou nota em que diz considerar o acordo entre Mercosul e União Europeia “o mais importante acordo de livre comércio que o Brasil já firmou”.
O presidente da entidade, Robson Braga de Andrade, comentou:
“Esse acordo pode representar o passaporte para o Brasil entrar na liga das grandes economias do comércio internacional. Cria novas oportunidades de exportação devido à redução de tarifas europeias, ao mesmo tempo que abre o mercado brasileiro para produtos e serviços europeus, o que exigirá do Brasil aprofundamento das reformas domésticas. O importante é que essa mudança será gradual, mesmo assim as empresas devem começar a se adaptar a essa nova realidade.”
Link para o comentário: https://www.oantagonista.com/brasil/cni-celebra-acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia/?fbclid=IwAR0jivUDP_h4ra9VnlAAYGDNr6Hdyqphb8sJGaMtXtkjI9FhAPfvKNSjas4
Nota conjunta dos Ministérios da Economia e de Relações Exteriores. Fonte: O Antagonista
Em reunião ministerial realizada nos dias 27 e 28 de junho, em Bruxelas, foi concluída a negociação da parte comercial do Acordo de Associação entre o MERCOSUL e a União Europeia (UE). Participaram, pelo Brasil, o Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, a Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, e o Secretário Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Marcos Troyjo.
O acordo é um marco histórico no relacionamento entre o MERCOSUL e a União Europeia, que representam, juntos, cerca de 25% do PIB mundial e um mercado de 780 milhões de pessoas. Em momento de tensões e incertezas no comércio internacional, a conclusão do acordo ressalta o compromisso dos dois blocos com a abertura econômica e o fortalecimento das condições de competitividade.
O acordo comercial com a UE constituirá uma das maiores áreas de livre comércio do mundo. Pela sua importância econômica e a abrangência de suas disciplinas, é o acordo mais amplo e de maior complexidade já negociado pelo MERCOSUL. Cobre temas tanto tarifários quanto de natureza regulatória, como serviços, compras governamentais, facilitação de comércio, barreiras técnicas, medidas sanitárias e fitossanitárias e propriedade intelectual.
Com a vigência do acordo, produtos agrícolas de grande interesse do Brasil terão suas tarifas eliminadas, como suco de laranja, frutas e café solúvel. Os exportadores brasileiros obterão ampliação do acesso, por meio de quotas, para carnes, açúcar e etanol, entre outros. As empresas brasileiras serão beneficiadas com a eliminação de tarifas na exportação de 100% dos produtos industriais. Serão, desta forma, equalizadas as condições de concorrência com outros parceiros que já possuem acordos de livre comércio com a UE.
O acordo reconhecerá como distintivos do Brasil vários produtos, como cachaças, queijos, vinhos e cafés.
O acordo garantirá acesso efetivo em diversos segmentos de serviços, como comunicação, construção, distribuição, turismo, transportes e serviços profissionais e financeiros. Em compras públicas, empresas brasileiras obterão acesso ao mercado de licitações da UE, estimado em US$ 1,6 trilhão. Os compromissos assumidos também vão agilizar e reduzir os custos dos trâmites de importação, exportação e trânsito de bens.
O acordo propiciará um incremento de competitividade da economia brasileira ao garantir, para os produtores nacionais, acesso a insumos de elevado teor tecnológico e com preços mais baixos. A redução de barreiras e a maior segurança jurídica e transparência de regras irão facilitar a inserção do Brasil nas cadeias globais de valor, com geração de mais investimentos, emprego e renda. Os consumidores também serão beneficiados pelo acordo, com acesso a maior variedade de produtos a preços competitivos.
Segundo estimativas do Ministério da Economia, o acordo MERCOSUL-UE representará um incremento do PIB brasileiro de US$ 87,5 bilhões em 15 anos, podendo chegar a US$ 125 bilhões se consideradas a redução das barreiras não-tarifárias e o incremento esperado na produtividade total dos dos fatores de produção. O aumento de investimentos no Brasil, no mesmo período, será da ordem de US$ 113 bilhões. Com relação ao comércio bilateral, as exportações brasileiras para a UE apresentarão quase US$ 100 bilhões de ganhos até 2035.
A UE é o segundo parceiro comercial do MERCOSUL e o primeiro em matéria de investimentos. O MERCOSUL é o oitavo principal parceiro comercial extrarregional da UE. A corrente de comércio birregional foi de mais de US$ 90 bilhões em 2018. Em 2017, o estoque de investimentos da UE no bloco sul-americano somava cerca de US$ 433 bilhões. O Brasil registrou, em 2018, comércio de US$ 76 bilhões com a UE e superávit de US$ 7 bilhões. O Brasil exportou mais de US$ 42 bilhões, aproximadamente 18% do total exportado pelo país. O Brasil destaca-se como o maior destino do investimento externo direto (IED) dos países da UE na América Latina, com quase metade do estoque de investimentos na região. O Brasil é o quarto maior destino de IED da UE, que se distribui em setores de alto valor estratégico.”

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Jornalista, fotógrafa e tradutora.

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