A Lava-Jato na cola das aéreas

A dupla de irmãos Efromovich se especializou em afundar companhias aéreas e a enriquecer pessoalmente, com voos rasantes pelas estruturas de poder.
Foto: Google – NewsAvia
Nada que os mandantes das outras Companhias não tenham conhecido.
Recentemente foi a Avianca Brasil que sangrou até morrer e a Ocean Air, que abrigou ex-funcionários da VASP, quando esta já estava agonizando devido ao golpe desferido pelo arquicorrupto Wagner Canhedo. Até hoje ele deve aos ex-funcionários, em processos trabalhistas que já se arrastam por 15 anos, numa vergonhosa ciranda de corrupção, que envolve juízes de todas as instâncias.

E todo mundo sabe que sua tática é se fazer de morto ou coitadinho, por ter bens penhorados pela Justiça do Trabalho, para pagar ex-funcionários que ficaram na berlinda, sem os últimos salários e todos os direitos.

Aliás, o segmento aéreo tem tradição em “tretas” e histórias enroladas não é de hoje.

A Gol, de Nenê Constantino, nasceu com apadrinhamento de Lula, que em sua gestão de governo, aprovou todos os procedimentos legais para sua formalização, sem pestanejar. Da criação à concessão da malha aérea, aos slots nos aeroportos, sem passar pelos trâmites convencionais do órgão regulador à época, o DAC (Departamento de Aviação Civil).

Agora, os irmãos Germán e José Erfromovich terão que explicar à operação Lava-Jato sobre o seu relacionamento corrupto com a Petrobras.
E que a justiça seja célere antes que eles inventem outras companhias para quebrar. Germán já teve 20 empresas.

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