"Percepção sonora"


Tem gente que se acha o recheio do bolo, sabe naaaada, é nada, caga regra e não sabe nem com quem está falando. Nãooooo, não vou citar parentes não!
Mas tem fodásticos do planeta desde o “seu” Zé do pastel da Liberdade conhecido de poucos, a poetas e artistas conhecidos de uns, conhecidos de milhares, gente rica, gente pobre, gente que sofre muito, gente que sofre e ri, gente que se transforma em amigo de verdade.
De tempos da infância, de acasos da vida, aqui desse universo de encontros “virtuais”. Que nada! Para quem não usa essa ferramenta no lugar da sessão com o psiquiatra, para quem quer um bom papo e aprender, para quem busca, é desse jeito.
Porque a tecnologia serve para qualquer busca e “quem procura acha”. Uns acham artigos lixo para reforçar a imbecilidade que sempre lhes caberá. Outros vão longe, tipo Buzz: ao infinito e além!
Obrigada Fernando Brant, que deu entrevista para o jornalzinho da escola e anos depois para o jornalzinho “Porta de Cadeia” da Faculdade Federal de Direito.
Depois foi dar um sermão na professora de “técnica jornalística” , que na faculdade de jornalismo disse que eu tinha que cortar muito o texto que… já tinha sido publicado no “Caderno de Cultura” de um certo jornal.
Fernando Brant, ligou para o editor do jornal, pediu meu telefone e me ligou: “Junia, aqui é aquele sujeito que continua tentando escrever mais que mal traçadas linhas. Mas que tem percepção sonora ao encontrar as bem traçadas”. Beijo para a eternidade…

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